sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Galinosauro de Blumenau

Galinosauro da Vila Itoupava


Uma Galinha de nove metros de altura e que pesa 45 toneladas vira atração turística em Blumenau.Localizada na vila Itoupava SC-474. E infelizmente, o monumento terá que ser demolido, pois está infringindo a lei de domínio da rodovia.
O jornal d Santa Catarina,edição de 19 de janeiro.diz: “Estátua ESTARIA infringindo a lei,que proíbe a ocupação da faixa de domínio de rodovias”.Afinal ela está ou não está? .Nos parece que essa derrapada linguística não ampara a construção irregular.E terá que ser demolida,mesmo..Estivemos no local e podemos constatar que não é tão próximo ,como apregoam,nem interfere na visibilidade dos motoristas como afirmam.Acreditamos que, excluindo o fato de está indevidamente localizada em faixa de domínio da rodovia, que são x metros (?),acreditamos que o maior interessado em sua demolição sejam os concorrentes da granja que o construiu. Diz Sêneca que "Invejar é próprio dos queixosos (DENIT- Estado) e dos doentes (os concorrentes); agradecer é do que está satisfeito”(o transeunte – turista,a referência citadina) Pois é mais um monumento festivo,como muitos nas rodovias do mundo que homenageiam ,decanta ou difunde as suas belezas ,diferente de alguns outros pretensos modernos.


Conhecemos alguns monumentos “modernos” e bem decantado pela imprensa,em homenagens pomposas .Pra nós, muitos desses partos-monstrengos não expressam nada,não dizem nada,não simbolizam nada,a não ser o valor desprendido em tais artefatos e a tolerância silenciosa e contida por conta do politicamente(estúpido)digo, correto ou do amordaçamento da sociedade,que mais dias menos dias, irá explodir.É a verdadeira simbolização e glamourização do inóquo. Quando um artista,cria uma obra que precisa ser explicada, pra ser entendida, tais obras não cumprem o papel como arte.A arte por si só é auto-explicativa.Quando é preciso fazer um curso pra entender o que o criador quer dizer com a sua criatura,perde-se no vazio tal hermetismo criativo. Lembro-me do “Teorema” de Pasolini onde cada professor interpretava a ação da película sobre a sociedade,arte,poesia,religião, comportamento humano,liberdade,etc.etc. Quando “Pietro” urina sobre a tinta-fresca de uma tela ,existiram dezenas de explicações desencontradas à maneira deles,e eles as defendiam como se tivessem descoberto a roda. Desconheço as explicações, tão profusas, sobre a “Pietà” “David” ou os afrescos da Sixtina.Lembro de ter ouvido uma explicação sobre uma ranhura na base de Moisés,onde Michelangelo teria dito,após concluir a obra: Parla ! O resto é filosofia de folhetim.
JATeixeira

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

“Laubfrosch”:Contos e Lembranças


“Laubfrosch”:Contos e Lembranças

Confessar a culpa,mesmo que seja a um bode,ajuda a expiá-la.
Aqueles que não avançam e vencem seus próprios medos, ficam reféns das sombras que veem a cada esquina ou nos próprio reflexos que se agigantam e ameaçam devorá-los ou arrastá-los para dentro do espelho, numa síndrome de Alice.
O medo nada mais é que a projeção mais sombria das nossas angústias, trancafiados nos labirintos da nossa formação cinzenta e atroz dos bizarros contos noturnos; das ameaças veladas cobrando-nos uma conduta adulta, no coração de criança.
Lembramo-nos das histórias contadas ,à beira das fogueiras,onde cada crepitar da lenha, era uma alma penada esperando o momento certo para nos puxar pras profundezas insondáveis de “dite” nos seus eternos círculos concêntricos.Onde cada subir de fagulhas eram almas penadas ou o que sobraram delas depois de serem espetadas,torturadas,arrancado-lhes as últimas esperanças e permanecer ali ,em suplicio,para sempre...Alguns contadores de histórias,sabiam explorar, com maestria, esses contos.Ao verem os nossos olhos arregalados e cheios de pavor eles aumentavam a encenação, atiravam pequenos gravetos ou pedregulhos na fogueira e nem percebíamos.O coração disparava, a voz ficava entrecortada em tatibitate, enquanto trêmulos tínhamos medo de nos ausentar e ser perseguido ou até mesmo, tínhamos medo de fazer qualquer pergunta.Nem ao banheiro queríamos ir,achando que atrás da porta ou no silêncio da noite as gotas que caíam eram os caçadores disfarçados,a nos espreitarem.Eles transformam pequenos animais em monstros perigosos que aguardavam silentes a oportunidade de nos devorarem.Os sons das noites em seus ruídos e pios são convertidos em armadilhas fatais para os caçadores de crianças travessas.
Existe uma rã grande e albina ,que conhecemos aqui como “laubfrosch”( Hyla faber).Essa rã emite um som semelhante a uma criança chorando e eles aproveitam pra dizer que são os recém apanhados nas redes dos caçadores.As imagens dessas histórias estão profundamente armazenadas nas camadas mais sombrias das nossas lembranças,que não ousamos ou queremos abrir e explorar.Parecem que esses segredos,quando evocados ou acordados nos tornam crianças outra vez e crianças assustadas que querem evitar a qualquer custos esses “zeitgheist” do passado.
Tempos atrás,comprei uma roçadeira,coloquei botas,óculos e me pus a roçar o taboal,na volta da lagoa.De repente,paro e olho pra baixo e vejo dentro da minha bota uma dessas grandes “laubfrosch”,olhando pra mim ,com aqueles grandes olhos de pupila alongada, que não piscavam,pareciam estar a me dizer qualquer coisa de ininteligível.O que fazer ?Tinha que tirá-la dali.Não sei quanto tempo transcorreu nessa indecisão, pois estava sem luvas e aquela sua pele fria,pegajosa lembrava-me as redes de captura de crianças, dos caçadores noturnos, que as colhiam se tentavam fugir e aquela viscosidade impedia.Parecia aqueles papeis para capturar moscas.Sentia-me imobilizado por uma coisa tão pequena e ameaçadora.Como se estivesse diante de uma naja ,hipnotizado a espera de ser deglutido.Quanto mais o tempo passava parece que ela se tornava maior e mais ameaçadora. Embora ,conscientemente,saibamos que são animais úteis e mesmo que quisessem não teriam como nos fazer algum mal,são completamente indefesos.Nós,sim,podemos causar-lhes danos. Mas o encanto se desfez,vencendo meus próprios anseios e medos, mais depressa que pude ,enfiei a mão dentro daquela bota, e mesmo tendo emitido um grito de horror, a peguei e joguei-a para o mais longe que pude.Tempos depois, quando cruzava com elas, já não sentia o mesmo sobressalto,mas um respeito nos mentíamos distante um do outro.Quando se fazia preciso,a pegava com luvas para afastá-la da nossa proximidade.O curioso,que esse sobressalto não ocorria ou ocorre com cobras,sapos,etc.que não nos intimidam.Mas quanto a “laubfrosch”. só elas e especificamente a Hyla faber,devido aquele “choro de criança” ,nos deixavam imóvel,fazia o sangue congelar.Pareciam ser maiores e assuatadoras,mas como diz Esopo “O hábito torna suportável até as coisas pavorosas.” ou seja: o melhor meio de vencer o medo é andar de mão dadas com ele.A não ser que pensemos como aquele interno:Eu sei que “ela” não pode me fazer mal,ela é apenas uma galinha mas,será que ela sabe que eu sou um homem e não um grão de milho???Diante disso,preferimos o conselho do sábio provérbio chinês,que diz:” As vezes não podemos impedir que o “pássaro” do medo, ansiedade e preocupações nos assustem,ensaiem seus vôos sobre nossas cabeças,nossos pensamentos ;mas podemos e devemos impedir que eles façam ali seus ninhos.”
Repito:A confissão do pecado,torna a pena mais leve.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

România - Bine aţi venit in România-Radioamadorismo



QSO publicado em http://radiopommerngroup.blogspot.com/


As línguas neo-latinas são várias,como por exemplo português,italiano, catalão,romanche,francês,italiano,Occitano,etc.Tentamos estudar o romeno mas,não é fácil. Compramos um dicionário e uma gramática e ensaiamos algumas palavras para estabelecer QSOs com a România ou Romênia porém,resultou em esforço inútil, dado as dificuldades de pronúncia.Agora com a Web, se tornou possível ou mais fácil,podemos encontrar facilmente material para atender essas ambições linguísticas,inclusive pronúncia, com centenas de textos e musica em MP3.

Uma das grandes vantagens do DX,no Radioamadorismo, é exatamente permitir descobrir e praticar novos aprendizados linguísticos.Estudamos francês na escola e esse encontrava-se adormecidos em algum compartimento,esperando a oportunidade de revelar-se.Quando estabelecemos o primeiro QSO com o sul da França com o departamento 34 Herault, não esperávamos ter tantos vocábulos armazenados e que permitissem fazer um contato proveitoso;o colega estava surpreso por falarmos francês, pois ele não declinava uma única palavra no nosso vernáculo camoniano, e nós mais surpresos ainda,pois víamos quanto estava guardado e aflorava diante de uma necessidade de estabelecer contato e se comunicar,isso sem contar com as dificuldades da propagação oscilante.
Esse fato nos estimulou a não nos intimidarmos diante de novos QSOs,mesmo em línguas diferentes da nossa ou que por ventura entendíamos um pouco ou apenas algumas palavras básicas ,para permitir o QSOs e o intercâmbio de QSL card. de confirmação.


Entendemos que a ideologia é a pior inimiga da civilização e do relacionamento humano,digo isso porque quando adolescente havia essa onda de nacionalismo caduco que dizia: “go home yankee”.E essa nódoa,de alguma forma, manchou algum neurônio que favoreceria o aprendizado do idioma inglês.Hoje,distante daqueles anos de personalidade frágil e influenciável, vejo quão estapafúrdio e pequenos são os que não enxergam uma língua como um bem da civilização, que não é exaurido ou destruído, como os bens materiais.Os idiomas não são propriedades dos governos e governantes ou das ideologias temporárias ,são frutos do efeito civilizacional de um povo.Não são as ideologias ou os ideólogos das ciências sociais rançosas que devem ditar os rumos de um idioma ou dar-lhe um vínculo com esse ou aquele país que pratica uma ideologia ou forma de governo, que somos contrários ou favoráveis.Quando estudarmos o russo,não devemos pensar em Stalin,o déspota cruel e sanguinário ,ou em Pedro o grande, que trouxe a Rússia pro mundo moderno. Devemos pensar no Cyrillo que desenvolveu as base de comunicação daquele idioma,ao criar o alfabeto cyrillico.O mesmo podemos aplicar ao coreano,no sistema Han-gul ,que ao contrário dos caracteres japoneses(hiragana para palavras nacionais e katakana para palavras estrangeiras) compõe-se verdadeiramente de consoantes e vogais, formando um alfabeto de fato.Não podemos creditar uma língua a um tirano insano e com características burlescas como o fantoche atual e sim creditar esforço ao homem que transformou aqueles símbolos ideográficos chineses em sinais fixos,como o nosso abecedário,que pudesse ser usado para facilitar e desenvolver um povo.O mesmo podemos dizer do inglês não o associando nem ao todo poderoso Crowell que criou a república 100 anos da revolução francesa,decapitou o rei e queria destruir o império britânico,fundando uma república e se auto-plocamando Lorde Protetor Perpétuo e foi derrotado por envenenamento, nem tampouco ao SIR Winston Churchill ,que no seu ódio obtuso, na sua insanidade e determinação em derrotar o nazismo, quis exterminar o povo alemão.Hitler não é o responsável pelo idioma ou cultura alemã e sim a genialidade de Goethe, Schiller, Nietzsche e Heidegger, Schopenhauer,etc.Mas a estupidez humana é tanta que Wagner ficou também enodoado,para esses energúmenos que vêem o despotismo em uma língua,depois que Hitler o adotou com símbolo de um povo,símbolo do nazismo.E o fato de o nazismo ter declinado,quiseram,esses de mente estreitas,arrastá-lo junto para os escombros da história.Não se credita uma cultura a um homem e sim a um povo,e a língua é meramente o elo entre os dois.E é a comunicação que favorece o avançar,o “avenir”! E no seu oposto,quando ela fenesce.Onde a pluralidade do pensamento expressa e manifesta nas ações finda,quando ela sucumbe diz o lingusta Carlos Amaral Freire:“Teoricamente, a comunicação entre os homens seria facilitada se houvesse apenas umas poucas línguas, porém é igualmente certo que isso acarretaria um enorme empobrecimento do espírito. As línguas são aspectos fundamentais, únicos e irrepetíveis da experiência humana. E, aliás, a característica maior de nossa espécie. Cada língua que desaparece – principalmente sem deixar vestígios, sem ter sido estudada e documentada – significa a extinção de uma espécie.”
publiquei um post sobre isso, aqui:http://tubaltrentino.blogspot.com/2009/09/o-homem-que-falava-javanes.html

domingo, 30 de janeiro de 2011

Donna Donna helene et dorothee

Em algum lugar no passado-Un Capretto




Em algum lugar em 1985, quando passávamos na Br 122 ,no trajeto entre Crato e Ouricuri,talvez mais precisamente entre Bodocó e Exu encontramos algumas habitações curiosas usados por cabritos domésticos;acreditamos serem eles domésticos(Capra hircus) ,pois não sabemos da existência de cabritos montês ou selvagens(Capra aegagrus) no Brasil; mas ali, em meio àquelas caatingas eles se reproduzem livres, pelo menos, aos olhos dos transeuntes fica essa imagem registrada. Queremos crer que o atavismo ou gen de recessão os adapte a sobrevivência sem a ingerência humana. E o mais curioso ou que mais nos chamou atenção e que motiva esse texto foram as tocas ,cavas,que eles mesmos fazem para se abrigarem e dormirem;ao longo de uma rodovia pavimentada e movimentada,não é nenhuma Free Way mas, os veículos que trafegam por ali parece não os incomodar.Parece que eles estão alheios a todo o movimento,onde ,talvez,não se sintam ameaçados. Cavando,aos poucos,onde há um alguma erosão eles iniciam “despacito” ou quem sabe ,trabalho em equipe e fazem uma toca que usam como casa.

“...il mio bel capretto è nato in libertà
finché sono in vita mai nessuno lo toccherà
la storia te l´ho raccontata apposta perché un giorno pure tu
dovrai fare l´impossibile perchè non succeda più.
Siamo madri e siamo figli tutti nati in libertà
ma saremo i responsabili se uno solo pagherà.”

Esses versos são parte de uma adaptação de uma canção popular polonesa de 1935- On A Wagon Bound To Market (Donna, Donna) di Sholom Secunda
Traduzida e adaptada para o italiano por Herbet Pagani,retrata a estupidez da Guerra.

sábado, 29 de janeiro de 2011

L' Adrar-Atar Mauritania



Tivemos um contato de Radio em 12 de outubro 1993,entre muitos outros que aos poucos irei postar em http://radiopommerngroup.blogspot.com/.

L’Adrar

‎Queremos acreditar que L’Adrar venha de “Adro” grande e espaçoso como as dimensões que se experimenta,além do silêncio,quase absoluto dos desertos,onde parece que o firmamento está mais perto.Quase podemos tocar a face de Deus; e as suas estrelas são tão próximas e brilhantes que ofusca o brilho da lua;as suas estrelas são estradas cintilantes que guia os peregrinos nas suas intermináveis caravanas.

A Mauritania ,o deserto da Mauritânia, tem uma beleza incomum ,primitiva presente nas suas dunas que se movimentam como as tribos nômades que habitam suas areias, com seus ventos ora frios ora causticante que fazem os viajantes cansados ver as miragens das virgens sensuais prometidas, nos seus oásis; onde há leite , mel , tâmaras e figos a fartar .Lugares misteriosamente guardados que se abrem, com as palavras certas e mágicas dos contos das mil e uma noite,num abre-te sésamo,das emoções em suspenso e singulares protegidas, sob as suas areias, dos olhos e cobiças estrangeiros.Onde os convidados saboreiam leite de camela adoçado com mel e abrem-se o figo como se tira as pétalas de uma flor: lento e delicadamente e depois se entornam um mel claro e cristalino, como as suas noites,o tornando uma iguaria de sabor incomparável e inolvidável .
Nos desertos espaçosos, nos habituamos ao silêncio a aprendemos a comungar com eles. O nomadismo nos torna simples e acolhedores como numa irmandade,onde um gesto amigo pode significar a sobrevivência.Ali podemos ver a beleza de um chacal em caça , nos deslumbrar como uma rara flor nos seus desertos ou ficar absorto com o por de sol nas suas infidáveis dunas de areia,num mistério de final de tarde e até nos deslumbrar com suas noites estreladas,pensando que algumas delas se acendem ,cintilam e brilham só para nós Podemos participar de uma roda,em volta da fogueira,onde não dizer uma única palavra pode significar muito mais que desperdiçá-la inutilmente.
Aprendemos que beleza do deserto está na vastidão de seus espaços ilimitados ,está na nas suas dunas,na sua gente,nas suas estrelas,nos seus oásis,na interação e sobrevivência a viagem para além das dunas que parece não ter fim...! Aqueles que têm sensibilidade para aprender,sobrevivem...


JATeixeira

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Os Excessos são Demasia Trop et Rien




Um Poeta francês chamado Charles-François Panard nascido em nov de 1689 e falecido jun de 1765,
já advertia dos perigos dos Excessos,no final do século XVII,quando dizia,que os
"Os Excessos são Demasia" ,em "Trop et Rien",que parece ilustrar os excesso que se comete nos que condenam a alimentação omnívara dos humanos,querendo os converter em herbívoros,esquecem também que a alimentação dos herbívoros é baseada em outras espécies vivas ;querendo os tornar culpados,diante da alimentação a base de proteína animal;querendo mostrar que há crueldade na alimentação humana,ao matar animais para alimentar-se.Querendo fazer crer que somente os animais,dos quais nos alimentamos têm vida.Se assim for não poderemos nos alimentar de nada,afinal a vida está diluída em toda a obra do Criador e não unicamente nos animais.(superiores)
Tivemos um professor de micologia que era, às vezes, intransigente na defesa dos fungos.Afinal eles também são seres vivos e como tal,tem direito e o dever de lutar pela sua perpetuação,mesmo a custas das chagas(micoses) que causam nos seus hospedeiros.Por outro lado,as outras espécies,temos também o direito sagrado e inalienável(não revogado nem por decreto) de nos defender criando os medicamentos antifúngicos.Creio que os Parasitas da Natureza Verde,devem se abster de usar nistatina,quando estiverem com uma candidiase insuportável.Afinal, a dona Candida albicans,também tem o direito a vida,a reprodução e perpetuação da sua espécie.Devem aceitar com naturalidade as picadas dos pernilongos imaruis,pulgas,etc.etc.pois,é cruel eliminar esses que nos causam somente algumas picadas”suportáveis” e algumas doenças controláveis.
Lembro-me, casualmente,de uma pesquisa feita em uma escola, onde um grupo de alunos, quando em visita a um laboratório de botânica,um entre eles aproximou de uma árvore e puxou as suas folhas, quebrou alguns galhos e a maltratou por algum tempo.Todos os alunos foram convidados a sair.Os estudiosos,colocaram naquela planta alguns sensores ligados a uma impressora,semelhante a um sismógrafo.Convidaram os alunos a voltarem a se aproximarem da árvore,quando aquele que a maltratou se aproximou, os marcadores gráficos indicavam atividade máxima, com em um abalo sísmico.Indicando com isso, que a planta reconheceu e reagiu a presença daquele que a maltratou.Acho que portanto,não devemos mais fazer polenta,afinal são milhares de grãos férteis que perderão a vida.Não devemos também comer feijão,pois ali na semente está a perpetuação da espécie,latente,esperando voltar à terra e originar uma nova planta,etc... São os excessos



“ Trop de finesse est artifice,
Excesso de delicadeza é artifício
Trop de rigueur est cruauté,
Excesso de rigor é crueldade
Trop d'économie avarice,
Excesso de economia é avareza
Trop de bonté devient faiblesse,
Ecesso de bondade ,converte-se em fraqueza
Trop de complaisance devient bassesse,
Excesso de complacência em baixeza
Trop de politesse fadeur.
Excesso e polidez em insipidez

JATeixeira