quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Feiras antigas -Trois petites notes de musique
Da Aurora da minha vida, tem tantas lembranças que pouco a pouco tomam corpo e se exibem, se sobrepõe uma as outras querendo ser descritas. Lembro dos dias de feiras semanais e fico a imaginar as feiras medievais com os seus vendedores,trovadores,saltimbancos,menestréis e atrativos cênicos e teatrais, que fascinavam a multidão de curiosos, que os aplaudiam e traziam notícias e novidades dos ocorridos em outras aldeias percorridas.
Na Aurora da minha vida, tais fatos são símiles e embora com menor intensidade,ou até talvez maior glamour,quem sabe, que as feiras do medievo, pois afinal eu os vi,vivi e eles têm em mim, ainda hoje, os reflexos e lampejos dourados e encontram-se protegidos, armazenados nas profundidades do meu ser e fazem parte da base da minha formação e curiosidade de infância.Não têm o glamour das feiras medievais exploradas pela TV,mas têm a alma Shaskepereana, guardada no tempo em que Berta ainda fiava.
Eu,esperava com ansiedade os dias de feiras,dias que meu pai ocupava muito mais tempo entre a loja e a padaria,pois não fechava ao meio dia pro almoço, e eu podia vagabundear sem o seu controle absoluto.As vezes,dormia em baixo do balcão sobre as peças de tecidos,outras vezes,enquanto a freguesia,nessa época ainda não usava-se o termo clientela,comprava linho irlandês ou casemira inglesa para exibir nas festas da “kermese” ,e eu encostava os seus cavalos, ali amarrados,na calçada, que era bem alta , montava e saía para dar um passeio.As primeiras vezes que o fiz,imagino o susto do dono a procurar o cavalo que sumira,todos ficaram em polvorosa.Mas depois se acostumaram e meu pai os tranquilizava:meu filho deve ter pego o cavalo pra fazer um passeio,mas logo estará de volta.Na infância não temos noção de tempo ou distância.Quando me “aprecatava”tinha ido mais longe do que queria e devia,nem sei se devia mas afinal sempre escapava, e quando voltava os via atônitos e aflitos a me procurar.
Havia um atrativo especial nos dias de feiras que eu, em toda a minha inquietude,(ainda não existia o termo hiperatividade) não me cansava de esperar: era o caminhão que trazia os feirantes.O que me atraia não eram os feirantes em si,embora tantas figuras prosaicas ou aquelas centenas de galinhas e angolistas, atadas com a cabeça para baixo ou aqueles homens calvos, com um lenço amarrado na cabeça e em cada ponta do lenço ,encontrava-se amarrada uma pedrinha.E o café que traziam:Grão preto,bem tostado e açucarado, pareciam excrementos caprino só faltava moer,(será que o Kopi luwak é semelhante ???).Farinha,feijão,ovos de pata,peruas,angolistas e escutava a voz da sabedoria popular dizer pra mocinhas e senhoras:--vocês não podem comer esses ovos de patas e angolistas eles são muito “carregados,faz mal pra regras”.Lembro das enormes bandejas com pirulitos de mel, que nunca soltavam do papel,quebra-qeixos e cocadas:tanta coisa nova.E o velho do rapé, com aquela grande guampa de touro cacaracú,cheio de tabaco torrado e moído bem fino .Era só botar um pouco na “tabaqueira anatômica*” aspirar e espirrar.Naquele tempo já existia também um pó branco a base de cânfora,não era o pó branco de hoje,dos “maradonas” da vida,aqueles não levava a dependência.E as “barraquinhas” com aquelas latas de margarina como fogareiros improvisados,onde fumegava café adoçado com açúcar preto,eram um “garapão” Existia caldo de cana , sucos (capilé) que eram uma tintura vermelha (morango puro.HA HÁ HÁ) e para gelar havia uma raspador de gelo,semelhante a uma cipilhadeira,com uma tampa que fechava a parte superior,onde ficava depositado o gelo raspado. Eles vendiam comida aos feirantes,sem a preocupação com a malfadada ANVISA de hoje.Todos comiam: ninguém adoecia, ninguém morria e como num conto de fadas,todos eram felizes e nem sabiam.
Mas, o atrativo principal era o caminhão ,lembro bem dele: atrás da cabine tinham várias cornetas, em variados tamanhos.Eram elétricas,semelhantes a essas buzinas a ar, faziam a escala musical. No braço do volante,abaixo da direção, tinha um teclado, semelhante ao de um acordeom, e ele tocavam com “maestria” musicas variadas.Entrava na cidade tocando e se despedia tocando,como uma caixa musical das feiras medievais,só faltava o macaquinho.Como me encantava.Ficava esperando a chegada e a saída só pra ouvi-lo .Ainda hoje, ouço o eco dessa musica reverberando nas minhas lembranças... com se esse som ,perdido no universo tocasse unicamente para mim.
“Trois petites notes de musique
Ont plié boutique
Au creux du souvenir
C'en est fini de leur tapage
Elles tournent la page
Et vont s'endormir
Mais un jour sans crier gare
Elles vous reviennent en mémoire
Toi, tu voulais oublier
Un p'tit air galvaudé
Dans les rues de l'été
Toi, tu n'oublieras jamais
Une rue, un été
De mon enfance
Jamais... !
-------------------0
* A tabaqueira anatômica: fossa triangular formado na mão,quando o polegar encontra-se estendido:ali surge uma cavidade que recebe curiosamente esse nome, porque ali se depositava o tabaco ou rapé para aspirar.
Na Aurora da minha vida, tais fatos são símiles e embora com menor intensidade,ou até talvez maior glamour,quem sabe, que as feiras do medievo, pois afinal eu os vi,vivi e eles têm em mim, ainda hoje, os reflexos e lampejos dourados e encontram-se protegidos, armazenados nas profundidades do meu ser e fazem parte da base da minha formação e curiosidade de infância.Não têm o glamour das feiras medievais exploradas pela TV,mas têm a alma Shaskepereana, guardada no tempo em que Berta ainda fiava.
Eu,esperava com ansiedade os dias de feiras,dias que meu pai ocupava muito mais tempo entre a loja e a padaria,pois não fechava ao meio dia pro almoço, e eu podia vagabundear sem o seu controle absoluto.As vezes,dormia em baixo do balcão sobre as peças de tecidos,outras vezes,enquanto a freguesia,nessa época ainda não usava-se o termo clientela,comprava linho irlandês ou casemira inglesa para exibir nas festas da “kermese” ,e eu encostava os seus cavalos, ali amarrados,na calçada, que era bem alta , montava e saía para dar um passeio.As primeiras vezes que o fiz,imagino o susto do dono a procurar o cavalo que sumira,todos ficaram em polvorosa.Mas depois se acostumaram e meu pai os tranquilizava:meu filho deve ter pego o cavalo pra fazer um passeio,mas logo estará de volta.Na infância não temos noção de tempo ou distância.Quando me “aprecatava”tinha ido mais longe do que queria e devia,nem sei se devia mas afinal sempre escapava, e quando voltava os via atônitos e aflitos a me procurar.
Havia um atrativo especial nos dias de feiras que eu, em toda a minha inquietude,(ainda não existia o termo hiperatividade) não me cansava de esperar: era o caminhão que trazia os feirantes.O que me atraia não eram os feirantes em si,embora tantas figuras prosaicas ou aquelas centenas de galinhas e angolistas, atadas com a cabeça para baixo ou aqueles homens calvos, com um lenço amarrado na cabeça e em cada ponta do lenço ,encontrava-se amarrada uma pedrinha.E o café que traziam:Grão preto,bem tostado e açucarado, pareciam excrementos caprino só faltava moer,(será que o Kopi luwak é semelhante ???).Farinha,feijão,ovos de pata,peruas,angolistas e escutava a voz da sabedoria popular dizer pra mocinhas e senhoras:--vocês não podem comer esses ovos de patas e angolistas eles são muito “carregados,faz mal pra regras”.Lembro das enormes bandejas com pirulitos de mel, que nunca soltavam do papel,quebra-qeixos e cocadas:tanta coisa nova.E o velho do rapé, com aquela grande guampa de touro cacaracú,cheio de tabaco torrado e moído bem fino .Era só botar um pouco na “tabaqueira anatômica*” aspirar e espirrar.Naquele tempo já existia também um pó branco a base de cânfora,não era o pó branco de hoje,dos “maradonas” da vida,aqueles não levava a dependência.E as “barraquinhas” com aquelas latas de margarina como fogareiros improvisados,onde fumegava café adoçado com açúcar preto,eram um “garapão” Existia caldo de cana , sucos (capilé) que eram uma tintura vermelha (morango puro.HA HÁ HÁ) e para gelar havia uma raspador de gelo,semelhante a uma cipilhadeira,com uma tampa que fechava a parte superior,onde ficava depositado o gelo raspado. Eles vendiam comida aos feirantes,sem a preocupação com a malfadada ANVISA de hoje.Todos comiam: ninguém adoecia, ninguém morria e como num conto de fadas,todos eram felizes e nem sabiam.
Mas, o atrativo principal era o caminhão ,lembro bem dele: atrás da cabine tinham várias cornetas, em variados tamanhos.Eram elétricas,semelhantes a essas buzinas a ar, faziam a escala musical. No braço do volante,abaixo da direção, tinha um teclado, semelhante ao de um acordeom, e ele tocavam com “maestria” musicas variadas.Entrava na cidade tocando e se despedia tocando,como uma caixa musical das feiras medievais,só faltava o macaquinho.Como me encantava.Ficava esperando a chegada e a saída só pra ouvi-lo .Ainda hoje, ouço o eco dessa musica reverberando nas minhas lembranças... com se esse som ,perdido no universo tocasse unicamente para mim.
“Trois petites notes de musique
Ont plié boutique
Au creux du souvenir
C'en est fini de leur tapage
Elles tournent la page
Et vont s'endormir
Mais un jour sans crier gare
Elles vous reviennent en mémoire
Toi, tu voulais oublier
Un p'tit air galvaudé
Dans les rues de l'été
Toi, tu n'oublieras jamais
Une rue, un été
De mon enfance
Jamais... !
-------------------0
* A tabaqueira anatômica: fossa triangular formado na mão,quando o polegar encontra-se estendido:ali surge uma cavidade que recebe curiosamente esse nome, porque ali se depositava o tabaco ou rapé para aspirar.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Migração e Migrantes
Vimos dias desses, um blog retratar aqueles que não deram certo nas mudanças que fizeram em suas vidas,nas cidades em que escolheram para viver e nos risco das migrações a que se submeteram.Na realidade na história humana ,o homem só deu certo depois da fixação.No tempo do nomadismo,eles sempre enfrentaram muitas dificuldades.Talvez, ainda ele tenha a alma nômade e sinta um impulso natural e irresistível para aventurar-se ao desconhecido,mesmo quando a vida que leva é estável e tranquila; por outro lado, hoje as informações hollywoodianas do “modus vivendi que não é aquele que se vive, é uma mera fantasia;parece que entorpece,entontece as pessoas e quais zumbis são seduzidos pelo canto das sereias modernas, e como não estão amarradas como Odisseu, cedem as esses apelos maquiavélicos que os arrastam com promessas mil e se perdem:perdem a si mesmos,suas almas,suas vidas e as esperanças dos seus filhos:a geração seguinte,nos esgotos das cidades grandes.“Existem migrações internas em todos os lugares e,muitas vezes,esses pessoas que se aventuram se dão mal e forma um submundo deplorável,onde vivem:guetos,vielas,favelas,prostituição,drogas,etc,etc.é interminável a lista. Costumeiramente, vemos os noticiários se ocuparem de relatar as mais diversas atividades nesse sub-mundo.O assistencialismo público(nas bolsas esmolas) e privado oferecem abrigo,roupas e por aí afora.Pesquisas de universidades fazem entrevistas tentando determinar o fluxo de migração e os sonhos desfeitos dessa gente.Poucos ou talvez nenhuma entrevista ou entrevistador ,sociólogo de plantão proponha uma alternativa,como inverter o fluxo e ajudar a esses desencontrados encontrar o caminho de volta e encontrarem a si mesmos, perdidos nessas vielas da vida e dos sonhos televisivos,glamurizados, desfeitos.
Esses pesquisadores,também, nunca pesquisam os que deram certos, pois nesses fluxos, nem sempre todos se perdem,alguns se dão muito bem.Esses nunca são retratados nessas reportagens,afinal não causariam nenhum impacto,escândalo,piedade.Os institutos e pesquisas sociais se “espojam” exatamente na lama dos fracassados,dos que abandonaram as suas cidades fugindo do que ali havia,em vez de ficar , lutar e tentar trazer,para o esse seu mundo, o que lhes falta.Fugiram da roça na esperança de encontrar um mundo melhor na cidade grande.Ouvem falar dos benefícios sociais,dos empregos bem sucedidos ,das casas com eletricidade,água encanada,etc,etc. Nunca lhes dizem que esse e padrão têm,às vezes, um preço muito alto à pagar.E que quando não conseguem, entre lágrimas e desespero,são poucos os que voltam pro seu próprio mundo e tentam com o que ali deixaram se reconstruir.Preferem amargar a derrota longe dos olhos conhecidos e engrossa as estatísticas dos infortúnios, dos milhares de migrantes que perdem orgulho,dignidade e honra e passam a viver de mendicância entre outras mazelas sociais.As vezes se penitenciam e acham que foram abandonados por Deus e acabam virando adeptos fanáticos de determinadas seitas que os ajudam,inicialmente,de olha na sua seara.
O curioso é que as estatísticas e pesquisadores sociais nunca se lembram dos que deram certos e qual o segredo pra isso. O bem sucedido nunca é pesquisado para descobrir o que fizeram de diferente para prosperar ,quando tantos fracassam.Se esporadicamente existe algum estudo,ele não é divulgado, nem chegam a esses sempre adeptos dos sonhos encantados.Além de mostrarem,senão muito raramente,os que deram certo no seu próprio mundo e não fugiram em busca da miragem do sucesso fácil.
A maioria das pessoas retratadas estão pedindo socorro, não unicamente em Blumenau,conforme denuncia o blog, o outro lado desconhecida e faminto.A pergunta é :por que em alguma cidades pessoas que chegaram em igualdade de condições prosperaram e outras estão assim,como as expostas,na reportagem,e vida de desesperança e desespero ? Será que as oportunidades são iguais ?Se são, por que uns crescem e outros apenas subsistem? E o número de filhos?Quanto mais humildes,mais filhos. É responsável agir assim ?A culpa é de quem, individual ou coletiva? Os governantes podem fazer alguma coisa ou só se utilizam desses às vésperas de eleições???Por que eles são tratados como de segunda ou sei lá que classe(Quem criou essa maldita classificação de classes sociais ??)se pagam os mesmos impostos(embora embutidos)em tudo o que é feito ??? Será que vai explodir por aqui movimentos como os que ora ocorrem, no mundo árabe???Os que nos deram origem, aqui e nas Américas,exceto as populações nativas que também eram escravizadas entre as civilizações mais desenvolvidas e até sacrificadas em rituais sinistros aos seus deuses, fugiram da Europa por causa da exploração e também os exploradores cruzaram oceano atrás destas “bestas”que os carregam nas costas,até hoje
Acreditamos que o único sistema possível e viável é o investimento máximo na escolarização de um povo, permitindo assim, que esses saibam escolher melhor.E segundo jamais,mas jamais mesmo,embora esteja dando certo é a repetição do governante .É preciso que exista um plano de ascensão política hierarquizada,onde o vereador seja vereador uma única vez,evolua para prefeito, se for a vontade,conforme seu desempenho,do povo e dali ,nas mesma condições a deputado,governador,senador,presidente da República e ponto final. O poder corrompe,distancia e altera as pessoas que os detém,mesmo quando já não tem mais poder.
JATeixeira
terça-feira, 2 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Antônio do Óleo e a Inhapa
Na Aurora da minha vida,o meu pai tinha uma padaria e uma loja de tecidos. Ele tinha um empregado franzino, de estatura bem pequena:não devia ter mais do que 1,50 X 50 kg.E um grande moustache ,sempre cofiava as pontas, lhe dando uma forma apontada, parecendo pavio de vela.Ele,Antonio do Óleo, sempre carregava um grande cesto de vime, até parecia maior do ele, repleto de pão.Pão do tipo francês:quente e cheiroso; e saía a vender de porta em porta.Na estação do trem,na rua,pelo interior do município;e onde fosse chamado.As pessoas que não conhecia e o chamavam-“ -Ô Seu Zé do pão!Ao que ele, meio ofendido,retrucava:
-Não é Zé,dona.Meu nome é Antônio.
E ele repita com todas as letras An-tônnnnio;não é Antonho,como medonho,nem tampouco Antoin,como uma batida de martelo em bigorna de ferreiro ou araponga no mato:- toinggggg.Meu nome é nobre como imperador Romano,dizia cheio de orgulho e inflando o peito repetia alto e sonoro:ANTÔNIO.Até parece que ficava maior, entoando o nome daquele jeito .Parece que crescia uns cinco centímetros mais.Mas, Sr.Antônio do Óleo,tinha a mão mais ligeira que lambari de sanga,e sempre colocava uns pãezinhos a mais,pra sobrar uns trocos, fora do controle do meu pai.Até que um dia, ele foi pego com a mão na massa,ou no excesso.
-Escuta aqui , Do Óleo.Quantos pãezinhos ?
-100,Seu João.
-E a mais,perguntou meu pai ?
Como a mais,Seu João?Tatibetateando.
-Sim,sei que tens uns a mais,mas hoje deste uma exagerada.
Não,Seu João.Só tem 100, pode contar.
-Está bem,já que insistes. Vamos contar.
Seu João,nem precisa contar,eu juro pelos olhos de seu filhinho que só tem 100,nem precisa contar. Nem precisa contar.Pode confiar em mim.
-Do Óleo eu vou contar .E contando deu 120 pãezinhos.
-Pois é,Do Óleo te falei que tinhas exagerado um pouco, hoje.
Seu João,gaguejava ele,eu já disse,eu juro pelo olhos de seu filho que não fui eu quem colocou esses a mais.As vezes coloco uns, de inhapa ,pro meu café,e só.
-Antônio,tu te serves sozinho,quem poderia ter te colocado 20. São VINTE ,Antônio,eu disse:VINTE a mais? E tem mais ,não jures pelos olhos do meu filho,jure pelos teus olhos.
Vá,vender o pão,e da próxima vez não exagere nessa tua “ inhapa”
domingo, 31 de julho de 2011
O templário solitário :Anders Behring Breivik
“Uma pessoa com fé é mais forte do que cem mil,movida só por interesse”
Jonh Stuart Mill
Noruega:Anders Behring Breivik nacionalista, maçom e anti islam : o serial killer da ilha de Utoya,afirma: Foi um ato “atroz, mas necessário”
Fundamentalista cristão, confessou o motivo da chacina: ódio por um governo débil com a imigração muçulmana. Nutre uma grande admiração pelo político holandês Geert Wilders, o inimigo da tolerância multicultural que sobrepuja as nações européias e diz ter uma grande admiração por Churchill inimigo numero um dos nazistas e por Max Manus combatente símbolo da resistência norueguesa
Anders é frio ,calculista e implacável quanto os assassinos dos seus vídeo-games prediletos.Ele justifica sua ação no ódio que sente pelos mulçumanos e sonha com o retorno do cristianismo na sua essência primitivo,mas não esconde sua admiração pela maçonaria,de cuja exibe-se paramentado e entoa seu hinos .
Antes do massacre da ilha de Utaya, ele tinha lançado um manifesto na Internet em um vídeo,no qual exibe uma foto armado de fuzil com uma frase;” Caçador de Comunista”Num livro de 1500 páginas:um manual terrorista e um plano de batalha,onde conclama os nacinalista que queiserem segui-lo nessa cruzada contra o multiculralismo e islamismo que ameaçam a europa e sua cultura milenar.Se define com uma herói,um tremplario salvador do cristianismo europeu e um distruidor do mal.
Ele embora luterano, por opção pessoal, se define com “cristão cultural” em cujo princípio cristão há uma legítima luta anti-islã. A igreja não está disposta a combater o Islã ,por isso ele ameça Bento XVI afirmando que esse abandonou o cristianismo e os cristãos europeus e por isso deve ser considerao corvade,corrupto,incopetente e ilegítimo.Ele prega uma guerra civil na Europa com a formaçõo de “células clandestinas de ataque” cujos objetivos sã a destruição dos partidos políticos:o partido trabalhista norueguês e os partidos italianos-PDL,PD,IDV e UDC- que são favoráveis ao Islã.No plano ele prevê a destruição de 16 refinarias italianas.Ele se refere a oredem dosTemplários e diz ser o Líder de um “Movimento Nacional e Pan-Europeu de Resistência Patriótica”.Ele escreveu um livro intitulado” 2083-Declaração Européia de Independência”,onde prevê uma guerra civil que deve terminar em 2083,bi-centenário da morte de Karl Marx com a eliminação de todo os maxistas e deportação dos mulçumanos.Afirmando que iniciou a primeira fase ou fasepreliminar com ataque a Oslo,treinamento,aquisição de armas,exercícios e preparação de expliosivos.
Analises feitas por especeilaista sobre a sua conduta que analizaram as palvras mais repetidas,para tentar achar uma linha de raciocínio ,deccobriram que as palavras mais usadas ,são:Europa.Mulçumano ,ocidenta,ocidental,cristão islâmico,reforçando a idéia que ele tem uma obsessão muito maior pela defesa do ocidente do que da Noruega ,ou nacionalismo norueguês,tanto assim que já estão o classificando com o super terorista europeu.
Jonh Stuart Mill
Noruega:Anders Behring Breivik nacionalista, maçom e anti islam : o serial killer da ilha de Utoya,afirma: Foi um ato “atroz, mas necessário”
Fundamentalista cristão, confessou o motivo da chacina: ódio por um governo débil com a imigração muçulmana. Nutre uma grande admiração pelo político holandês Geert Wilders, o inimigo da tolerância multicultural que sobrepuja as nações européias e diz ter uma grande admiração por Churchill inimigo numero um dos nazistas e por Max Manus combatente símbolo da resistência norueguesa
Anders é frio ,calculista e implacável quanto os assassinos dos seus vídeo-games prediletos.Ele justifica sua ação no ódio que sente pelos mulçumanos e sonha com o retorno do cristianismo na sua essência primitivo,mas não esconde sua admiração pela maçonaria,de cuja exibe-se paramentado e entoa seu hinos .
Antes do massacre da ilha de Utaya, ele tinha lançado um manifesto na Internet em um vídeo,no qual exibe uma foto armado de fuzil com uma frase;” Caçador de Comunista”Num livro de 1500 páginas:um manual terrorista e um plano de batalha,onde conclama os nacinalista que queiserem segui-lo nessa cruzada contra o multiculralismo e islamismo que ameaçam a europa e sua cultura milenar.Se define com uma herói,um tremplario salvador do cristianismo europeu e um distruidor do mal.
Ele embora luterano, por opção pessoal, se define com “cristão cultural” em cujo princípio cristão há uma legítima luta anti-islã. A igreja não está disposta a combater o Islã ,por isso ele ameça Bento XVI afirmando que esse abandonou o cristianismo e os cristãos europeus e por isso deve ser considerao corvade,corrupto,incopetente e ilegítimo.Ele prega uma guerra civil na Europa com a formaçõo de “células clandestinas de ataque” cujos objetivos sã a destruição dos partidos políticos:o partido trabalhista norueguês e os partidos italianos-PDL,PD,IDV e UDC- que são favoráveis ao Islã.No plano ele prevê a destruição de 16 refinarias italianas.Ele se refere a oredem dosTemplários e diz ser o Líder de um “Movimento Nacional e Pan-Europeu de Resistência Patriótica”.Ele escreveu um livro intitulado” 2083-Declaração Européia de Independência”,onde prevê uma guerra civil que deve terminar em 2083,bi-centenário da morte de Karl Marx com a eliminação de todo os maxistas e deportação dos mulçumanos.Afirmando que iniciou a primeira fase ou fasepreliminar com ataque a Oslo,treinamento,aquisição de armas,exercícios e preparação de expliosivos.
Analises feitas por especeilaista sobre a sua conduta que analizaram as palvras mais repetidas,para tentar achar uma linha de raciocínio ,deccobriram que as palavras mais usadas ,são:Europa.Mulçumano ,ocidenta,ocidental,cristão islâmico,reforçando a idéia que ele tem uma obsessão muito maior pela defesa do ocidente do que da Noruega ,ou nacionalismo norueguês,tanto assim que já estão o classificando com o super terorista europeu.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
PAITITI, última esperança dos Incas
Lendo sobre PAITITI, mítica cidade Inca , sabemos que pesquisas recentes,encontraram um sítio arqueológico que revela uma sociedade organizada cuja magnitude se assemelha a Machu Pichu .As descobertas desses sítios arqueológicos,(2010) entre os Andes e a selva, localizada em dois vales, entre os departamentos de Cusco e Madre de Dios, assinala para tal possibilidade.Tais construções foram inicialmente descobertas por satélites e acredita-se,pela tradição oral,que é uma antiga rota inca para selva para onde ficava o El Dorado Inca
Encontramos um blog que discorre sobre essa cidade legendária dos Incas ,busca constante de aventureiros,historiadores e cientistas.
Na aba do blog, o blogueiro se intitula como:
“Sou um mestiço brasileiro. Pareço branco, mas não sou caucasiano. Tenho sangue karipuna, dos karipunas do Rio Jamary, hoje quase extintos nos sertões do Guaporé. O resto de minha origem (portugueses do Ceará, holandeses do Sergipe, espanhóis do Pantanal, alemães do Paraná e italianos do Rio Grande do Sul) pouco me explica. Sou brasileiro dos quatro costados e, mais que isso, um hominídeo do continente Amarakka. Estrangeiro em minha própria terra, quero poder falar a língua universal da Paz, e ter como repousar minha cabeça: por isso escrevo nessa areia e nessa arena virtual.”
Então entendemos que é um grande equivoco pensar assim e também que jamais se saberá, dentro desse amalgama sanguíneo, dessas origens, qual o sangue que o “privilegia” ou qual o que o “denigre”,se é que isso ocorre. Ele mesmo,desde da sua sapiência,erudição ou aprendizado não pode dizer qual prevalece ,embora queira ser partidário do “karipunas” .Acreditamos que também,karipuna,ele não o é. Não é brasileiro dos quatro costados,se se diz mestiço.Dos quatro costados.Seria autêntico dos quatro costados, se não tivesse nenhuma gotícula de sangue estrangeiro,mas como ele próprio o diz, tem sangue de muitas origens, o que o torna o que ele é . O latino tem um ditado, que diz: “Ubi bene,ibi patria “O que nos torna um ser diferente dos outros, não são unicamente as nossas origens e sim e muito mais, as nossas escolhas. Jamais,alguém, poderá dizer qual célula que é cearense e nominá-la a “melhor”,assim como as células karipúnas,”todas” são parte do todo.É isto que nos torna especiais,nos torna no que somos.
O começo do politicamente estúpido,digo correto, começa com essa filosofia, estrábica de um ranço, que sopra do velho continente;um maniqueísmo caduco e doentio que procura ressaltar nas pessoas essas diferenças de opostos,como se essas diferenças fosse unicamente o que importasse,para separá-las,dividi-las e conduzi-las aonde querem.Se o criador nos quisemos todos iguais,não teria criado a pluralidade.
Um dos maiores mérito da escola é exatamente a nos ensinar a pensar e não se deixar levar por essa dualiade,como quer a sociologia divisionista e rancorosa:quem tem ou quem merece ter. Numa acesso de deidade:julgam,condenam e aplicam a pena.São os mesmo que brigam para abrir a “porta” mas a fecha depois que passaram.
Mas ao estudarmos o império Inca e os remanescentes que fugiram para ” Paititi”- El Dorado entendemos que a base e essência da civilização se apóiam sobre cinco povos:Hindus,Egípcios,Olmecas,Chineses e INCAS são consideradas a base da evolução da humanidade e com uma grau de civilização similar e simultâneo,entre si Por isso,essas civilizações influenciaram todos os povos que viviam nômades à passar para uma vida estável e organizada, baseada na pecuária e agricultura .
Os INCAS não foram conquistados, simplesmente foram dizimados pelos espanhóis.Na sanha belicosa de expansão da fé e dos domínios da coroa espanhola, se escondia a cobiça pelo ouro do império Inca .Em 1532 Pizarro aprisiona Atahualpa, cujo resgate exigiu muitas cargas de ouro e prata e assim mesmo, esse cruel assassino espanhol o executa.E é curioso notar a vocação de um povo.A Espanha foi um celeiro enorme,no passado, para tais atividades, tivemos alguns desses exemplo como Pizarro que destruiu os incas e Hernan Cortez, também arrasou a civilização Asteca ,outro expoente do heroísmo hispânico. Não podemos esquecer que a Espanha foi o palco da maior carnificina religiosa da história, onde psicopatas religiosos,juntamente com um Estado ganancioso se associaram e ceifaram milhares de vidas, na inquisição, onde se apropriaram das terras e dos bens desses a quem queimavam em nome da uma fé de um deus estrangeiro ou mais modernamente na figura do Generalíssimo Franco ou do Dom Quixote hodierno que em sua prepotência quixotesca,ao invés de se arrojar contra os moinhos da sua terra,quis dar lição ao mundo ao tentar julgar um ditador moribundo, que silenciou alguns baderneiros estrangeiros(espanhóis) que saíram da Espanha e estavam em seu país cometendo desordens.Para Espanha, todos eles são heróis,mas para os remanescentes incas,astecas ou para um povo civilizado, todos eles não passam de mercenários cruéis, financiado por Estado, cujo crime maior não foi matar Atahualpa ou Montezuma e sim arrasar culturas milenares,destruir civilizações estabelecidas, estáveis e com alto grau de cultura social,econômica.E hoje eles se queixam do terrorismo islâmico.Esses são meros aprendizes, diante dos histórico dos seus mestres.
Encontramos um blog que discorre sobre essa cidade legendária dos Incas ,busca constante de aventureiros,historiadores e cientistas.
Na aba do blog, o blogueiro se intitula como:
“Sou um mestiço brasileiro. Pareço branco, mas não sou caucasiano. Tenho sangue karipuna, dos karipunas do Rio Jamary, hoje quase extintos nos sertões do Guaporé. O resto de minha origem (portugueses do Ceará, holandeses do Sergipe, espanhóis do Pantanal, alemães do Paraná e italianos do Rio Grande do Sul) pouco me explica. Sou brasileiro dos quatro costados e, mais que isso, um hominídeo do continente Amarakka. Estrangeiro em minha própria terra, quero poder falar a língua universal da Paz, e ter como repousar minha cabeça: por isso escrevo nessa areia e nessa arena virtual.”
Então entendemos que é um grande equivoco pensar assim e também que jamais se saberá, dentro desse amalgama sanguíneo, dessas origens, qual o sangue que o “privilegia” ou qual o que o “denigre”,se é que isso ocorre. Ele mesmo,desde da sua sapiência,erudição ou aprendizado não pode dizer qual prevalece ,embora queira ser partidário do “karipunas” .Acreditamos que também,karipuna,ele não o é. Não é brasileiro dos quatro costados,se se diz mestiço.Dos quatro costados.Seria autêntico dos quatro costados, se não tivesse nenhuma gotícula de sangue estrangeiro,mas como ele próprio o diz, tem sangue de muitas origens, o que o torna o que ele é . O latino tem um ditado, que diz: “Ubi bene,ibi patria “O que nos torna um ser diferente dos outros, não são unicamente as nossas origens e sim e muito mais, as nossas escolhas. Jamais,alguém, poderá dizer qual célula que é cearense e nominá-la a “melhor”,assim como as células karipúnas,”todas” são parte do todo.É isto que nos torna especiais,nos torna no que somos.
O começo do politicamente estúpido,digo correto, começa com essa filosofia, estrábica de um ranço, que sopra do velho continente;um maniqueísmo caduco e doentio que procura ressaltar nas pessoas essas diferenças de opostos,como se essas diferenças fosse unicamente o que importasse,para separá-las,dividi-las e conduzi-las aonde querem.Se o criador nos quisemos todos iguais,não teria criado a pluralidade.
Um dos maiores mérito da escola é exatamente a nos ensinar a pensar e não se deixar levar por essa dualiade,como quer a sociologia divisionista e rancorosa:quem tem ou quem merece ter. Numa acesso de deidade:julgam,condenam e aplicam a pena.São os mesmo que brigam para abrir a “porta” mas a fecha depois que passaram.
Mas ao estudarmos o império Inca e os remanescentes que fugiram para ” Paititi”- El Dorado entendemos que a base e essência da civilização se apóiam sobre cinco povos:Hindus,Egípcios,Olmecas,Chineses e INCAS são consideradas a base da evolução da humanidade e com uma grau de civilização similar e simultâneo,entre si Por isso,essas civilizações influenciaram todos os povos que viviam nômades à passar para uma vida estável e organizada, baseada na pecuária e agricultura .
Os INCAS não foram conquistados, simplesmente foram dizimados pelos espanhóis.Na sanha belicosa de expansão da fé e dos domínios da coroa espanhola, se escondia a cobiça pelo ouro do império Inca .Em 1532 Pizarro aprisiona Atahualpa, cujo resgate exigiu muitas cargas de ouro e prata e assim mesmo, esse cruel assassino espanhol o executa.E é curioso notar a vocação de um povo.A Espanha foi um celeiro enorme,no passado, para tais atividades, tivemos alguns desses exemplo como Pizarro que destruiu os incas e Hernan Cortez, também arrasou a civilização Asteca ,outro expoente do heroísmo hispânico. Não podemos esquecer que a Espanha foi o palco da maior carnificina religiosa da história, onde psicopatas religiosos,juntamente com um Estado ganancioso se associaram e ceifaram milhares de vidas, na inquisição, onde se apropriaram das terras e dos bens desses a quem queimavam em nome da uma fé de um deus estrangeiro ou mais modernamente na figura do Generalíssimo Franco ou do Dom Quixote hodierno que em sua prepotência quixotesca,ao invés de se arrojar contra os moinhos da sua terra,quis dar lição ao mundo ao tentar julgar um ditador moribundo, que silenciou alguns baderneiros estrangeiros(espanhóis) que saíram da Espanha e estavam em seu país cometendo desordens.Para Espanha, todos eles são heróis,mas para os remanescentes incas,astecas ou para um povo civilizado, todos eles não passam de mercenários cruéis, financiado por Estado, cujo crime maior não foi matar Atahualpa ou Montezuma e sim arrasar culturas milenares,destruir civilizações estabelecidas, estáveis e com alto grau de cultura social,econômica.E hoje eles se queixam do terrorismo islâmico.Esses são meros aprendizes, diante dos histórico dos seus mestres.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Sêneca Atualíssimo
Acreditamos que as estultices e crenças de um povo estão igualmente presas na própria realidade em que vivem. Em todas as épocas foi assim e acreditamos que será assim “ad infinitum”... Pois quanto mais ignorante é um povo, menos ele pensa e quanto menos ele pensa mais facilmente será manipulado. Se um governante contribui de alguma forma para melhorar ou estreitar essa distorção pode, como consequência, perder esse apoio que o mantém acima dessa massa informe; ele sairá do pedestal que o mantinha, artificialmente, acima dos outros. Se ele não ajuda, ela pode ser corrompida,assediada e igualmente ele vai perder esse apoio, que o mantém nessa reserva e status de magnificência e veleidades, de uma casta que tem se perpetuado no poder desde os tempo imemoriais,a custa dos argumentos que,embora as variáveis de cada época,os permitem usufruir do luxo e do poder:o poder derivado ora dos Céus, dos oráculos,Pitonisas ,deuses e que só a esses, ele deve explicação;ora do jogo de forças,ora da falta de escrúpulos,magia,etc,etc.O que fazer?Se se ajuda e desmistifica,quebra a magia e perde,se não ajuda perde também. É um estranho e cruel paradoxo. Mas os governantes não irão contribuir em nada para minorar isso. Afinal eles estão ali por essas razões, das escolhas equivocadas, trôpegas de uma plebe órfã. Esses órfãos, são infiéis aos seus próprios dirigentes, pois os colocaram ali por conta de uma cegueira alienável a“pecúnia do di-à-dia” ou por serem tão estultos que não sabem escolher,e só os mantém ali enquanto não acharem uma seara mais cativante, que os saciem .
Da Fidelidade
Só são fieis, aqueles que sabem o que a fidelidade representa: virtude onde se alicerça o seu próprio destino.Esses sabem decidir e escolher, e sabem mensurar as razões e consequência dessas escolhas.Não são cegos,nem se ofuscam ou sentem torpor diante do brilho da purpurina, com suas falsas promessas:Sabem que se cedem a oferta de hoje,ele viverá sob um jugo, cujo o peso e duração poderá ser o destino das gerações seguintes:O futuro dos seus próprios filhos.Ele sabe como,quando e porque fez a escolha e essa não se prende a um mero jogos de palavras ou brilho de espelho.Mas ele é um número irrisório e clama num deserto árido.
Por isso, como diz Sêneca:” Il popolo, PRIVO DI BUON SENSO, si fa difensore del suo stesso male.”Ma non è sole di oggi.É a eterna política de “pão e circo” dos romanos.Eles,o povo,pensam que conduzem.Não são mais do que marionetes sob os títeres do poder. Por isso,se faz necessário que de quando em quando as árvores altas e velhas, que com sua sombra provoca a aridez do solo, sejam derrubadas,para que entrem mais luz na floresta e possam nascer novas espécies.Assim, na floresta humana não é diversa.É preciso que o mesmo ocorra:Caiam esses mitos que turvam a visão e cerceiam as escolhas.Gerando um sociedade de néscios patética e submissa.Sempre do Caos surge uma nova ordem.E mesmo na contra-mão ,nada nos surpreende que na decorrência dos tempos e dos povos esse realidade triste e sombria seja alterada. Continuamos, talvez,ingenuamente a crer que o único meio de salvar o povo, de si mesmo, é através da sua escolarização.
JATeixeira
Assinar:
Postagens (Atom)



















Timbo

