quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Engenheiro de Teutonia
Dias atrás,estávamos vindo de Rivera,passamos em Teutônia e ali encontramos aquele engenheiro nato.Homem simples ,artesão habilidoso e com o gênio da criatividade humana diluído nos lugares inesperados.Sem nenhum estudo ,um simples encanador que usando da imaginação e criatividade transformou uma bicicleta num pequena moto para acelerar as suas viagens nas subidas e descidas da sua cidade.
Ele usou um motor de uma bomba Sthil separou o corpo do reservatório de combustível e de adaptação em adaptação fez uma montagem que o permite trafegar, com tranqüilidade, sem ser incomodado pelos brigadianos.É o jeitinho universal da criatividade.
Edvaldo, o Engenheiro da Vilalta
Lembramos ,quando adolescentes,tinha um desses engenheiros improvisados,chamado Edvaldo.A noite ele sempre estava no café Itaytera tomando um cafezinho e “jogando conversa fora”.Ele usou um motor estacionário e fez um carrinho com quatro peneus de bicicleta e ali estava todas as noites, sempre atraia curiosos.Mas antes dele ter optado por esse transporte terrestre,mais seguro,ele tinha usado o mesmo motor na construção de um helicóptero.
Contam que ele fez uma armação de tubos e ferros e nele colocou um motor estacionário e nesse uma grande hélice(rotor central), amarrou a grade do seu helicóptero com uma corda bem longa ,ligou o motor e esse subiu uns 3-4 metros de altura.Então ele gritava para sua mulher cortar a corda pra ele sair pilotando,ela se recusava e ele insistia até que acabou todo o combustível e ela caiu lá de cima,Ficou sempre a indagação será ele teria conseguido??? Se fosse hoje ele estaria ,no mínimo no Youtube.Esses engenheiros malucos e suas criatividades...
Ele usou um motor de uma bomba Sthil separou o corpo do reservatório de combustível e de adaptação em adaptação fez uma montagem que o permite trafegar, com tranqüilidade, sem ser incomodado pelos brigadianos.É o jeitinho universal da criatividade.
Edvaldo, o Engenheiro da Vilalta
Lembramos ,quando adolescentes,tinha um desses engenheiros improvisados,chamado Edvaldo.A noite ele sempre estava no café Itaytera tomando um cafezinho e “jogando conversa fora”.Ele usou um motor estacionário e fez um carrinho com quatro peneus de bicicleta e ali estava todas as noites, sempre atraia curiosos.Mas antes dele ter optado por esse transporte terrestre,mais seguro,ele tinha usado o mesmo motor na construção de um helicóptero.
Contam que ele fez uma armação de tubos e ferros e nele colocou um motor estacionário e nesse uma grande hélice(rotor central), amarrou a grade do seu helicóptero com uma corda bem longa ,ligou o motor e esse subiu uns 3-4 metros de altura.Então ele gritava para sua mulher cortar a corda pra ele sair pilotando,ela se recusava e ele insistia até que acabou todo o combustível e ela caiu lá de cima,Ficou sempre a indagação será ele teria conseguido??? Se fosse hoje ele estaria ,no mínimo no Youtube.Esses engenheiros malucos e suas criatividades...
terça-feira, 11 de outubro de 2011
High Line Park Jardins Suspensos de New York
Jardins suspensos. A ideia não é nova,é preciso estudar mais a história universal e buscar ali inspiração para o dia a dia, Nabucodonosor II já tinha feito os seus jardins supensos ,contruidos a 590 anos aC . Onde técnicas de engenharia bastante avançadas e complexas impermeabilizavam e permitiam o cultivos de jardins exuberantes com flores e árvores em toda sua plenitide e beleza.
O grande mérito desses arquitetos de NY, que propuseram e criaram esse parque, foi o de ter transformado algo existente,sem uso e condenado a demolição num parque gracioso,apreciado e frequentado por milhões.Isso é o que eles conseguiram ,criando esse parque suspenso sobre o leito de uma antiga ferrovia desativada.
É um projeto ousado e surpreendente e uma espécie de alívio para os fãs do antigo e nostálgico que veem, dia após dia ,tombarem casas ,monumentos para dar caminho ao “progresso” Aqui ,o que surpreende é que souberam aproveitar algo existente e abandonado, num parque bonito, apreciado e ocupado por todos nativos ou visitantes .Era preciso que acontecesse algo assim, para que outros projetos falidos ou abandonados ao redor do mundo, absorvam a idéia ,se espelhando nesse exemplo e se reciclem ou deem um fim mais nobre a essas obras de engenharia e arquitetura que assim se perputem para as gerações futuras.
O sucesso é tamanho que tem atraido visitantes do mundo inteirio e já virou tema de livro e quem sabe em breve de filmes ,pois irá abrigar um festival de cinema
Vejam o vídeo .
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O grande mérito desses arquitetos de NY, que propuseram e criaram esse parque, foi o de ter transformado algo existente,sem uso e condenado a demolição num parque gracioso,apreciado e frequentado por milhões.Isso é o que eles conseguiram ,criando esse parque suspenso sobre o leito de uma antiga ferrovia desativada.
É um projeto ousado e surpreendente e uma espécie de alívio para os fãs do antigo e nostálgico que veem, dia após dia ,tombarem casas ,monumentos para dar caminho ao “progresso” Aqui ,o que surpreende é que souberam aproveitar algo existente e abandonado, num parque bonito, apreciado e ocupado por todos nativos ou visitantes .Era preciso que acontecesse algo assim, para que outros projetos falidos ou abandonados ao redor do mundo, absorvam a idéia ,se espelhando nesse exemplo e se reciclem ou deem um fim mais nobre a essas obras de engenharia e arquitetura que assim se perputem para as gerações futuras.
O sucesso é tamanho que tem atraido visitantes do mundo inteirio e já virou tema de livro e quem sabe em breve de filmes ,pois irá abrigar um festival de cinema
Vejam o vídeo .
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Carta de Nancy Iriarte a Hugo Chavez
To be, or not to be: that is the question : Diria a morte com o crânio de Chávez na mão.Mais um que cai , dessa galeria de medíocres que querem posar de semi-deuses. Expecula-se que a carta em questão não seja da ex-esposa de Hugo Chávez,o que não a torna inválida,dado ao seu conteúdo:profundo e marcante.E igualmente admoesta aos seus seguidores ,tanto os de lá, como os de cá das terras tupinikins.A carta em questão seria um despedida da Nancy Iriarte Díaz a seu ex marido e foi tornada pública pelo jornal venezuelano “El Universal” em de agosto de 2011
Algunas consideraciones sobre tu muerte:
Hugo, algumas considerações sobre a tua morte que se aproxima:
Não quero que partas desta vida sem antes nos despedirmos, porque tens feito um mal imenso a muita gente, tens arruinado famílias inteiras, tens obrigado legiões de compatriotas a emigrar para outras terras, tens enlutado um número incontável de lares, aos que achavas que eram teus inimigos os perseguistes sem quartel, os aprisionastes em cubículos indignos até para animais, os insultastes, os humilhastes, os enganastes, não só porque te achavas poderoso, mas também imortal... Porque o fim dos tempos não te alcançaria.
Mas a tua hora chegou, os prazos se esgotaram, o teu contrato chega ao seu fim, teu "ciclo vital" se apaga pouco a pouco e não da melhor maneira; provavelmente morrerás numa cama, rodeado de tua família, assustada, porque vais ter que prestar contas uma vez que das teu último alento, te vás desta vida cheio de angustia e de medo, lá vão estar os padres a quem perseguistes e insultastes, os representantes dessa Igreja que ultrajastes por prazer, claro que te vão dar a extrema unção e os santos óleos, não uma, mas muitas vezes, mas tu e eles sabem que não servirão para nada, mas só para acalmar o pânico a que está presa a tu alma ante o momento que tudo define.
Morres enfermo, padecendo do despejo, das complicações imunológicas, dos terríveis efeitos secundários das curas que prometeram alongar a tua vida, teus órgãos vão se deteriorando, um a um, tuas faculdades mentais vão perdendo o brilho que as caracterizava, teus líquidos e fluidos são coletados em bolsas plásticas com esse fedor de morte que tanto te repugna.
Diga-me, neste momento, antes que te apliquem uma nova injeção para acalmar as dores insuportáveis de que padeces, vale a pena que me digas que não te possam tirar a dança – ah! – as viagens pelo mundo, os maravilhosos palácios que te receberam, as paradas militares em tua honra, as limusines, os títulos honoríficos, os pisos dos hotéis cinco estrelas, as faustosas cenas de estado... Diga-me agora que vomitas o mingau de abóbora que as enfermeiras te dão na boca, se era sobre isso que se tratava a vida, pois os brilhos e as lantejoulas já não aprecem nos monitores e máquinas de ressuscitação que te rodeiam, as marchas e os aplausos agora são meros bipes e alarmes dos sensores que regulam teus sinais vitais que se tornam mais débeis.
Podes escutar o povo do teu país lá fora do teu quarto?... Deve ser tua imaginação ou os efeitos da morfina, não estás na tua pátria, estás em outro lado, muito distante, entre gente que não conheces... Sim, estás morrendo em teu próprio exílio, entre um bando de moleques a quem confiou entregar teu próprio país, teus últimos momentos serão passados entre cafetões e vigaristas, entre a tua corte de aduladores que só te mostram afeto porque lhes davas dinheiro e poder; todos te olham preocupados e com raiva, nunca deixastes que nenhum deles pudesse ter a oportunidade de te suceder; agora os deixas ao desabrigo e teu país à beira de uma guerra civil... Era isso o que querias? Foi essa a tua missão nesta vida?
Esquece-te da quantidade de pobres, agora há mais pobres do que quando chegastes ao poder; esquece-te da justiça e da igualdade quando praticamente lhe entregastes o país a uma força estrangeira que agora teremos de desalojar à força e ao custo de mais vidas.
Tenho a leve impressão que agora sabes que te equivocastes; acreditastes num conto de passagem e te julgastes revolucionário, e por ser revolucionário... imortal; convocastes para o teu lado os mortos, teus heróis, esses fantasmas que também julgavas ter vida, Bolívar, Che Guevara, Fidel, e Marx que nunca conhecestes e que recomendavas a sua leitura... Andar com mortos te levou à magia e aos babalaôs, te metestes a violar sepulturas, e a fazer oferendas a uma corte de demônios e espíritos maus que agora te acompanham... Sentes a presença deles no quarto? Estão vindo te cobrar, recolher a única coisa que deverias valorizar em tua vida e que tão sinistramente atirastes na obscuridade e no mal, a tua alma.
Bem, me despeço; só queria que soubesses que passarás para a história do teu país como um traidor e um covarde, por não teres retificado tua conduta quando pudestes e te deixastes levar por tua soberba, por teus ideais equivocados, por tua ideologia sinistra renunciando aos valores mais apreciados, a tua liberdade e à liberdade dos outros, e a liberdade nos torna mais humanos.
"O socialismo só funciona em dois lugares: no céu, onde não precisam dele, e no inferno onde é a regra dos que sofrem".
"*El Socialismo solo funciona en dos lugares:en el Cielo, donde no lo necesitan,y en el Infierno donde ya lo tienen*"
*Nancy Iriarte Díaz*
Algunas consideraciones sobre tu muerte:
Hugo, algumas considerações sobre a tua morte que se aproxima:
Não quero que partas desta vida sem antes nos despedirmos, porque tens feito um mal imenso a muita gente, tens arruinado famílias inteiras, tens obrigado legiões de compatriotas a emigrar para outras terras, tens enlutado um número incontável de lares, aos que achavas que eram teus inimigos os perseguistes sem quartel, os aprisionastes em cubículos indignos até para animais, os insultastes, os humilhastes, os enganastes, não só porque te achavas poderoso, mas também imortal... Porque o fim dos tempos não te alcançaria.
Mas a tua hora chegou, os prazos se esgotaram, o teu contrato chega ao seu fim, teu "ciclo vital" se apaga pouco a pouco e não da melhor maneira; provavelmente morrerás numa cama, rodeado de tua família, assustada, porque vais ter que prestar contas uma vez que das teu último alento, te vás desta vida cheio de angustia e de medo, lá vão estar os padres a quem perseguistes e insultastes, os representantes dessa Igreja que ultrajastes por prazer, claro que te vão dar a extrema unção e os santos óleos, não uma, mas muitas vezes, mas tu e eles sabem que não servirão para nada, mas só para acalmar o pânico a que está presa a tu alma ante o momento que tudo define.
Morres enfermo, padecendo do despejo, das complicações imunológicas, dos terríveis efeitos secundários das curas que prometeram alongar a tua vida, teus órgãos vão se deteriorando, um a um, tuas faculdades mentais vão perdendo o brilho que as caracterizava, teus líquidos e fluidos são coletados em bolsas plásticas com esse fedor de morte que tanto te repugna.
Diga-me, neste momento, antes que te apliquem uma nova injeção para acalmar as dores insuportáveis de que padeces, vale a pena que me digas que não te possam tirar a dança – ah! – as viagens pelo mundo, os maravilhosos palácios que te receberam, as paradas militares em tua honra, as limusines, os títulos honoríficos, os pisos dos hotéis cinco estrelas, as faustosas cenas de estado... Diga-me agora que vomitas o mingau de abóbora que as enfermeiras te dão na boca, se era sobre isso que se tratava a vida, pois os brilhos e as lantejoulas já não aprecem nos monitores e máquinas de ressuscitação que te rodeiam, as marchas e os aplausos agora são meros bipes e alarmes dos sensores que regulam teus sinais vitais que se tornam mais débeis.
Podes escutar o povo do teu país lá fora do teu quarto?... Deve ser tua imaginação ou os efeitos da morfina, não estás na tua pátria, estás em outro lado, muito distante, entre gente que não conheces... Sim, estás morrendo em teu próprio exílio, entre um bando de moleques a quem confiou entregar teu próprio país, teus últimos momentos serão passados entre cafetões e vigaristas, entre a tua corte de aduladores que só te mostram afeto porque lhes davas dinheiro e poder; todos te olham preocupados e com raiva, nunca deixastes que nenhum deles pudesse ter a oportunidade de te suceder; agora os deixas ao desabrigo e teu país à beira de uma guerra civil... Era isso o que querias? Foi essa a tua missão nesta vida?
Esquece-te da quantidade de pobres, agora há mais pobres do que quando chegastes ao poder; esquece-te da justiça e da igualdade quando praticamente lhe entregastes o país a uma força estrangeira que agora teremos de desalojar à força e ao custo de mais vidas.
Tenho a leve impressão que agora sabes que te equivocastes; acreditastes num conto de passagem e te julgastes revolucionário, e por ser revolucionário... imortal; convocastes para o teu lado os mortos, teus heróis, esses fantasmas que também julgavas ter vida, Bolívar, Che Guevara, Fidel, e Marx que nunca conhecestes e que recomendavas a sua leitura... Andar com mortos te levou à magia e aos babalaôs, te metestes a violar sepulturas, e a fazer oferendas a uma corte de demônios e espíritos maus que agora te acompanham... Sentes a presença deles no quarto? Estão vindo te cobrar, recolher a única coisa que deverias valorizar em tua vida e que tão sinistramente atirastes na obscuridade e no mal, a tua alma.
Bem, me despeço; só queria que soubesses que passarás para a história do teu país como um traidor e um covarde, por não teres retificado tua conduta quando pudestes e te deixastes levar por tua soberba, por teus ideais equivocados, por tua ideologia sinistra renunciando aos valores mais apreciados, a tua liberdade e à liberdade dos outros, e a liberdade nos torna mais humanos.
"O socialismo só funciona em dois lugares: no céu, onde não precisam dele, e no inferno onde é a regra dos que sofrem".
"*El Socialismo solo funciona en dos lugares:en el Cielo, donde no lo necesitan,y en el Infierno donde ya lo tienen*"
*Nancy Iriarte Díaz*
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Falcão Peregrino
Nas sombras, escondem-se os desvalidos...
Meio esquecidos e abandonados
Planando qual falcão solitário,
Numa peregrinação sem fim...
Vai...esvoaçando nessas planícies da vida
Em busca do que se oculta,
Voa emitindo longos chamados, sem respostas...
Desencontrados eternos
Separados pelas casualidades
Da vida , do destino, do momento
Cruel e sem alento.
Vaga sem esperanças.
Quanto resta, nesta solitária angústia
De sentimentos dispersos a cada nova aurora,
Desde a Aurora da vida?
Desprendida, elegida, partida...
Cujos fragmentos guardam as marcas do caminho
Onde são recolhidos . E o que fica ?
Numa manhã qualquer, desolada e fria
Como a tibieza do fio do açoite, que flagela sem pena.
Ou do corte da lâmina do verdugo que decepa, apenas.
Ah! Quanto resta da dor que não mutila mas emudece
Não vê ou esquece a lágrima do que padece
Num momento derradeiro, que nem mesmo
Uma prece,daquelas,das noites de “kermesse”
Em que postavas as mãos ,num pedido vão
Pra que ali sempre permanecesse
São notas que se repetem ,tangidas pelo vento,
Tão distante estão, que mal as ouço,tão dolentes
Num sincronismo de melancolia atroz.
Onde as cordas sonoras se retesam como um algoz
Que decreta os últimos momentos.
E voando em círculos,num olhar derradeiro,
Ele emite seus últimos lamentos...
Numa tristeza levado pelo vento
Enquanto se distancia para sempre...
JATeixeira
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Dueto de Natal - Blue Christmas
Vídeo clip de Elvis Presley Natal & Martina McBride : Blue Christmas.
O uso de tecnologia, numa edição primorosa, possibilita criar um vídeo onde Elvis Presley & Martina McBride interpretam, em dueto, "Blue Christmas" nos levando de volta no tempo para 1968.
Agora aqui, como foi feito.
I'll have a Blue Christmas without you
I'll be so blue just thinking about you
Decorations of red on a green Christmas tree
Won't be the same dear, if you're not here with me
And when those blue snowflakes start falling
That's when those blue memories start calling
You'll be doin' all right, with your Christmas of white
But I'll have a blue, blue blue blue Christmas
I'll have a Blue Christmas without you
I'll be so blue just thinking about you
You'll be doin' all right, with your Christmas of white,
But I'll have a blue, blue blue blue Christmas
But I'll have a blue, blue blue blue Christmas
Foi editado também um CD, onde Elvis faz dueto com outros cantores contemporâneos em CHRISTMAS DUETS
O carisma e talento de Elvis Presley traz ele de volta no tempo. qual phoenix, ele ressurge revigorado das cinzas e está presente ,com mais força ,nos duetos formado com os cantores atuais,nessas interpretações de um CD de Natal.
Pois ,graças a tecnologia é possível.Podemos ouvi-lo ,em dueto,com cantores atuais como Martina MacBride,Amy Grant,entre outras.
E sem dúvida ,os fãs desse célebre cantor agradecem esse trabalho atual que foi tornado possível com ajuda da tecnologia
Tracklist:
› Blue Christmas [con Martina McBride]
› I'll Be Home For Christmas [con Carrie Underwood]
› Here Comes Santa Claus (Right Down Santa Claus Lane) [Ann Rimes]
› Santa Claus Is Back In Town [con Wynonna Judd]
› Silent Night [con Sara Evans]
› White Christmas [con Amy Grant]
› Merry Christmas Baby [con Gretchen Wilson]
› Oh Little Town Of Bethlehem [con Karen Fairchild & Kimberly Schlapman]
› Silver Bells [con Anne Murray]
› O Come All Ye Faithful [con Olivia Newton-John]
› The First Noel [remix]
› If I Get Home On Christmas Day [remix]
› Winter Wonderland [remix]
Baixe aqui:
http://www.filesonic.com/file/1964060211/Elvis_Presley_-_Christmas_Duets.rar
http://www.megaupload.com/?d=879ID9Y3
terça-feira, 4 de outubro de 2011
A Vespa e a Sarolea Azul
Quando éramos criança, ali na nossa vizinhança tinha um Sr. grande , gordo e austero.Ele tinha um olhar grave ,penetrante e assustador,era um ex-cabo da PM e “Comissário de Menores ”Título que ostentava como se fosse a autoridade máxima e incontestável:il Capo dei capi.Usava sempre camisas, de cor cáqui, com grandes bolso,sempre cheios de papéis e tinha um pequeno bigode ,talvez, hitleriano.Essas “autoridades" fiscalizavam as entradas das crianças, nos lugares indevidos ou proibidos para sua idade,entre outras atribuições.Lembramos frequentemente disso,porque eles nos “barravam” nos filmes proibidos para a nossa idade.Recordamos dele ali postado na porta do cinema,ao lado do bilheteiro; muitas vezes nos pedia o documento, que comprovasse a idade para, só assim, permitir que entrássemos e pudéssemos assistir aquela sessão.
Ele tinha uma Vespa sempre estacionado embaixo de uma grande figueira, na calçada da sua casa;por baixo da vespa ,tinha aquela famosa campanhinha como as bicicletas, ao lado do pedal do freio.Ali tinha aquele pedalzinho pequeno que se apertava ela emitia aquele triiiiiiiiiiiiiiiiiiimmmmmmmm.
Ao meio dia,logo após o almoço ele sempre ia sestear e nós ficávamos aguardando o “momento sublime da vingança”.Triiiiiiiiiimmmmmmmmmmmm.Triiiiiimmmmmmmm.Triiiiiiiiiiimmmmmm ! e corríamos pra casa e ficávamos olhando pela fresta da cortina .Ele saía ,xingava, rugia de raiva e olhava cheio de rancor pro lado com aquele queixo arrogante e cabeça pra cima como se olhasse por óculos bi-focais.De repente ele entrava e de chofre abria a porta pra ,quem sabe,surpreender o “malfeitor” e nada...aguardávamos silentes o momento oportuno...e ali nós estávamos novamente,sempre repetindo os três longos e sonoros chamados:Triiiimmmm.Triiiimmm.Triimmm! E novamente nos escondíamos.Não sabemos como ele não infartava, de tanta raiva.Muitas vezes ,nos dias mais quentes de verão, ele sentava-se em uma cadeira com balanços ,como quem dissesse :-venha agora !
A Sarolea Azul
Nós sempre alternávamos entre a Vespa do Cabo D e Sarolea Azul, do pai da Neuma.O pai da Neuma,trabalhava no serviço de Endemias Rurais e tinha um grande Motociclo Azul.Ele morava a uma distância da nossa casa, equivalente ao Cabo D ,só que no lado oposto:A Sarolea a Oeste e a Vespa a Leste.A buzina era elétrica ,muito forte e estridente,parecia aquela dos Mercedes:biiiiiiiiiiiiiiiippp.As vezes nós montávamos naquela "azurra" e sonhávamos estar pilotando,talvez venha daí essa paixão incondicional por motos.Também nunca fomos surpreendidos,nessas nossas peraltices .Mas nenhum dano causamos a nenhum deles, com essas nossas diversões solitárias e felizes.Pois dávamos boas risadas das intempestivas tentativas deles em tentar nos surpreender.E não tínhamos com quem compartilhar tais ilicitudes, pois não nos associávamos a nenhum outro amigo para deflagrarmos nossas brincadeiras.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Esportes Extremos
A Mídia e a exploração comercial, o marketing e o glamour temporário das aparições televisivas.A notoriedade advinda com o sucesso ,faz com que mais e mais pessoas arrisquem suas vidas em esportes extremos ,que muitas vezes tem uma ascensão meteórica e fugaz com desastres das formas mais espetaculares,como o próprio esporte, aliado a crueldade dos que exploram a insanidade dos que buscam desesperadamente por esses momentos de fama ,nesse mundo competitivo,para um deleite globalizado e cobiçado.São como as velhas “Arenas Romanas”,onde esses novos gladiadores se digladiam,muitas vezes,não um com o outro mas com a própria morte adversário impiedoso e que tem ceifado milhares de vidas jovens.
Essa busca desenfreada de fama, aliada ao brilho financeiro fugaz,faz com esses competidores enriqueçam os grandes patrocinadores, que são os verdadeiros ávidos por esse sensacionalismo, que como ópio , tem dopado e alienado nesse extremismo radical onde propalam a liberação de adrenalina como elemento de desejo,sem nenhuma preocupação com os desajustes físico e mental ,submissos a regras de treinamento exaustivos em meios inóspitos e extremos numa briga contra tempo,para entrar em forma e estar apto
Vejam no clip do extremismo do esporte.
Essa busca desenfreada de fama, aliada ao brilho financeiro fugaz,faz com esses competidores enriqueçam os grandes patrocinadores, que são os verdadeiros ávidos por esse sensacionalismo, que como ópio , tem dopado e alienado nesse extremismo radical onde propalam a liberação de adrenalina como elemento de desejo,sem nenhuma preocupação com os desajustes físico e mental ,submissos a regras de treinamento exaustivos em meios inóspitos e extremos numa briga contra tempo,para entrar em forma e estar apto
Vejam no clip do extremismo do esporte.
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