terça-feira, 20 de novembro de 2012

Les Screts de Mon Âme




J'aime le jaune
si je bien me souviens,
la première fois que je te vois
avec  une grande fleur jaune aux cheveux
tes cheveux noir contraste très fort.
Ta pâle blanche,tes cheveux noirs
e sa grand fleur jaune.
Et comme j'avais besoin de toi.

Et cette  visage est bien gardé
dans mes souvenir d' enfance.
Dans mes pensiers plus cher et plus rares.
Je ne peux pas choisir : il est là prisionnièr.
Ils,peut être,sont la raison et la respirations
de mon'ame.
Ces pensées sont,qui sait,la raison ma existence
comme une douce folie !

Post Scriptum:

Pardon moi,mais je pense que le meilleur est effacer
toutes les choses que j'ecrit,
toutes les mots que je te dit
Oblié le bruir que vien au-de-là,
de la profonditè de toutes mes pensées
un souffle,une colleur et la eterne folie



quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A Luz vence as Trevas

Perdoamos uma criança que tem medo de escuro facilmente. A verdadeira tragédia da vida é quando homens têm medo da luz. Platão -------------------------------------------------------------------------------- Recebemos o E-mail,com o seguinte teor:
O que achamos interessante nesses e-mails,por mais risíveis ou tolos que possam parecer, é a inequívoca prova de preocupação e conscientização política, e mesmo que esta esteja presente em uma pequena minoria,demonstra que estamos descontentes e vigilantes.Pois enquanto essa luz estiver acessa ,por menor que seja o espaço que ilumine,não haverá trevas que se instale. JATeixeira ===========================================================

terça-feira, 6 de novembro de 2012

JURCE Juventude Unida Riocedrense

Quando vemos crianças correndo, borboletas voando,pássaros em seus eternos trinados; vemos e sentimos a vida plena,pulsando cumprindo os seus propósitos. Podemos sentir a esperança irradiando como a luz decomposta por uma prisma, resultando no multicolorido espectro: em cores,amores,alegrias.Quase podemos delinear seu rosto,sentir o hálito fresco e inebriante,como nas manhãs de primavera ou odor que exala dos corpos suados, nas noites mornas das dunas,nos frêmitos das súbitas paixões,no verão . No seu reverso, quando vemos ruínas , sentimos um suor frio nos percorrendo,nos invadindo, desagregando....Faz com que nos sintamos pequenos,impotentes,inválidos,prescritos!Ao vermos as escombros,tentamos entrar na frequência que emana das somas de todas as energias que não se perderam,que não se dispersaram...e isso nos assusta.Essa imagens convertidas, são rastros perenes,são restos dos pesadelos que restaram dos planos desfeitos.São as lágrimas vertidas nas noite insones sobre o leito agonizante da dor, que rompe os limites suportáveis das agruras humanas
Nos lembramos da JURCE,quando viemos morar aqui,fomos cúmplices em muitas noitadas alegres e festivas.Ali conhecemos pessoas,cultivamos amizades,nos divertimos.E hoje,ao ver tais fotografias,o que dizer ? É inexprimível e inevitável a angústia que nos invade. E permanece um lamento triste e sonoro desse áudio de alegria ,que ainda reverbera no fundo “dell’anima” para quedar-se mudo e estático para sempre...
Nos distanciamos...não procuramos a explicação ,mas vemos que lentamente pedaços da colcha de retalhos que nos compõe, se desbotam e perdem o brilho,apagam suas luzes nessas alamedas da vida,quando tropeçamos nos linderos dessas vias que estreitam lentamente, quando vemos a derrocada, no impacto que essas imagens nos causam .E mesmo que por um instante congelado no tempo ,na história, estamos presos a ela e uma lágrima estanca no canto do olho e um gosto amargo de perda permanece:intragável,entalado,não quer ser deglutido. E um ar de desgosto em suspiro profundo permanece... * Recebemos as fotos por E-mail, do meu amigo Ivan Bertoldi Jurce - Juventude Unida Rio Cedrense JATeixeira

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Hoc habeo, quodcumque dedi

Hoc habeo, quodcumque dedi.”Eu tenho aquilo que dei!” Essa frase, embora atribuida a Sêneca, ela é citada por ele como do poeta romano Rabírio, que nos diz da guerra civil entre Otaviano e Marco Antônio.E ele,Marco Antônio ,próximo da morte teria nobremente exclamado:” Hoc habeo, quodcumque dedi” Não possuo ,senão aquilo que dei!”
Seneca, De beneficiis 6. 3,diz:”Me parece que Marco Antônio,vendo que suas posses passavam pra outros e que ele não ficava com nada,senão o direito de morrer,exclama admiravelmente,em uma obra do poeta Rabírio:” “Hoc habeo, quodcumque dedi.”
Tal afirmação soa como um paradoxo:Se eu dei, como poderia tê-lo???Isso seria uma das muitas facetas "dell’ anima".”Quem tem amor ,dá amor!”O amor não fenece,ele não diminui,pelo contrário,ele é multiplicado.Pois só se dá aquilo que se têm,mas a doação espiritual ,contrariando o paradoxo,não é diminuído o amor que se doa,pelo contrário,ao permanecer com quem teve altruístico gesto , ele continua presente.Diz o mestre Kun-fu-tse que aquele que tem uma laranja e doa essa laranja,fica sem ela.Mas se se tem uma idéia e compartilha essa idéia,cada um dos contatados ficam com duas idéias.Porisso para quebrar o paradoxo de “ter aquilo que deu” é preferível dizer: estamos naquilo que doamos. Pois parte de nós mesmos,das nossas energias,desejos benfazejos ou não, acompanham e se transmutam em nossos gestos de dar,repartir.Sejam, meramente ,nas ações físicas,num ato comum de regalar alguma coisa material ,sejam nos nossos desejos mais profundos ou nas nossas idéias que se disseminam .
Cada um desses portam um pouco dessa matriz original. Porisso,acreditamos,ser preferível complementar a afirmação de :”-Estamos naquilo que doamos” com a afirmação:” perdidi quod servavi.: perdemos o que guardamos,pois o guardado foi desperdiçado de resultar em algo útil,proveitoso.Assim em sua antítese,numa clara referência ao compartilhamento a não perder a oportunidade de ser útil e que ao invés de perder em numa divisão,teremos um resultado claro,em uma multiplicação . A propósito disso ,existe uma história que nos conta assim:”Um homem certo dia,recebe no dia do seu aniversário uma bandeja com cornos enormes .E embora embaraçado ,agradece e joga os cornos fora guarda a bandeja .No dia aniversário do desafeto que lhe enviou tal presente,ele devolve a bandeja com uma grande buquet de flores:frescas e perfumadas e lhe acrescenta um cartão, onde se lia:”Cada um,de nós, só poderá dar aquilo que tem ! Tu tens cornos, dás cornos. Eu tenho flores, dou flores!”
JATeixeira

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O Prêmio

JChacraóspia
Muita vezes um triunfo pode ser mais danoso do que um fracasso e o recebimento de um prêmio pode trazer maiores infortúnios do que benesses.Não é meramente uma questão de óptica e interpretação ,mas uma lição de vida que recusamos ver, quando essa “alegria e temperança são benfazejas” mas, quando a calmaria chega as velas e cessa todos os movimentos,as provisões escasseiam ,a água se torna rara e a fome faz com que os olhos se tornem sem brilho :a face do desespero assume os nossos destinos, fazendo desaparecer o riso e expressando unicamente as marcas amargas dos desgostos , as cicatrizes dos desenganos e o vazio do inexprimível.Amigos ??? A amizade passa a ser uma quimera que se desfaz diante da primeira súplica ou aos raios do sol da verdade
O nosso amigo e companheiro,por algum tempo de morada, foi agraciado com um presente do Demiurgo ou uma maldição do seu oposto.Se foi um dádiva do Criador ,foi mal usada e lhe trouxe mais o mal do que o bem Ou se simplesmente a ventura bateu-lhe a porta e ele não soube fazer uso dessa dádiva?Motivados por escolhas equivocadas ou algum diabo-coxo apontando-lhe o caminho a seguir?Pois Criador é somente UM e diabos existem aos milhares, que nos circunda e nos enchem de mimos e sutilezas em todos as paralelas visíveis dos descaminhos e descaminhados .Todas essa estradas ruins,atalhos com atoleiro,sendas escarpadas ou desvios do caminho da Luz ,sempre levam a um submundo proscrito,ao reverso da moeda da dualidade da vida.Um milímetro errado,no inicio de uma caminhada ,pode representar um infinito catastrófico, distante da essência que lhe deu origem... afastando o caminhante dos propósitos mais nobres que lhe estavam reservados.E não tem como voltar ,é uma estrada de único sentido. Não sabemos nem saberemos jamais,mas afinal no início dos anos ’80 ele foi recebedor de um prêmio da loteria esportiva que seria suficiente para iniciar um vida próspera e tranquila, mas na contramão disso tudo:o que veio fácil ,mais fácil foi. Apareceram amigos e amigas.Amigos da bolsa e do copo.Amigas da torpeza e vilania que carcome a alma dos ingênuos. . Inicialmente,ele tornou-se repleto de soberba e a humildade deu lugar a segurança de quem tem a fonte da água da vida e não teme a morte.Parecia inesgotável a montanha de onde tiraria proveito “ad eternum” Montou uma revenda de tijolos e telhas e tinha um sócio,e que sócio! .Quem tem uma víbora como amante não precisa se precaver do veneno,até que seja picado por ela mesma.O sócio recebia,comprava, dilapidava...E ele sacava do Banco ,quando precisava pagar as contas.O amigo cansou de sugá-lo ou viu exaurir-se a seara e partiu a sociedade,onde entrou só com a idéia,indo pra outra vítima.Ele mudou de ramo, de amigos,pois sempre tem um cão sarnento querendo se abrigar na soleira da porta abandonada.Mas sempre esteve tão longe de Criador quanto perto desses que infestavam o glorioso caminho que a pecúnia acolhe.
A amiga mais próxima expulsou algumas das sementes que medraram inadvertidamente ou cujos propósitos desconhecemos, mas o preço a pagar por tais atos levianos e homicidas é muito alto,às vezes não vale a pena cometê-los . A cada novo sócio,uma nova estocada no bolso e na alma.E de sócio em sócio, de amiga em amiga, acabou de volta ao seio maternal que recusara,quando a fortuna lhe sorrira.Ali já definhando nos últimos estertores talvez tenha se redimido e recolhido a paz e fica como epitáfio Sit tibe terra levis . STTL .
JATeixeira

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Primeira Experiência Culinária

Morávamos em Porto Alegre,na casa do estudante da União Gaúcha de Estudantes Secundaristas(UGES),quando estudávamos para o vestibular.A mulher do “Gavião” cozinhava para os que moravam ali.A maioria entrou em férias de verão e foram pra suas casas,praia(??) e nós tínhamos que permanecermos ali,devíamos estudar para o “vestiba”
Quente ,muito quente era aquele verão e nós nos refrescávamos a cada meia hora, e nos deitávamos molhados para tornar suportável aquelas agruras.Um verão sem aquelas chuvas torrenciais de fim de tarde,só aquele calor, sem nenhum vento que nos permitíssemos respirar melhor ,a única coisa que respirávamos era o perfume da companhia de celulose de Guaíba:Aquele ar poluído da Borregard,hoje Riocel.Mudou de nome ,mas continua irrespirável.Vez por outra comprávamos um caqui ou provocávamos os vendedores ,em suas charretes,que gritavam anunciando os seu produtos nós repetíamos,com entendíamos o anúncio:-“Caquia,caquia cacô”Eles ficam tão bravos e de lá nos ameaçavam ... Encontrávamos,ali, somente em pouco mais de uma dúzia:Alguns nem mais estudavam,mais ainda moravam ali, por complacência da diretoria.O “Mancha”e o “Alegrete”trabalhavam em um jornal.O Renato,irmão do “Mancha” era um eterno "vagal" e repetente,nem sabemos o que fazia.Tinha um “Melano” que cuidava do jornal,que aquela época já “Offset” impressão primorososa.Tinha também o “Dois mil e Hum - 2001” era do interior do Rio Grande,não lembramos a cidade,parece que Lagoa vermelha.O que lembramos ,é ele trocando de roupa algumas dezenas de vezes por dia.Vestia uma,ia na frente do espelho ,não gostava e a tirava.Colocava outra e repetia o mesmo gestual.Porisso tinha o nome de 2001 nesse eterno complexo de “Armani”.Ah! quase ia me esquecendo do “índio” de Nonoai,não lembramos mais o nome dele,parece que Ivã,não era índio ,era de origem italiana e usava o sabonete “original”,na fragrância “Cravo” e tinha outra característica:usava um pequena prótese de acrílico,com os quatro incisivos que vulgarmente,denominam de “Perereca”,Era uma coisa feia,tão vulgar e mal feita ,que mesmo sem ter nenhum conhecimento da área ,já percebíamos o seu uso.
Estavam de passagem por ali ,também, dois fluminenses.A lembrança que ficou deles em dois detalhes:o primeiro é que eles pitavam muito,não era baseado,não,era cigarro comum,e os colocava de pé sob a cama,parecia um cemitério com suas dezenas de lápides brancas ,em mãos póstumas, postas orando.Dezenas de “chepas de cigarro,apagadas e inertes conservadas de pé,imóveis e imorredouras,somente vivas nas nossas lembranças.Era curioso ver aquele cemitério em baixo das suas camas.Em segundo lugar, eles eram gente finíssima:educados cordiais e oportunistas.Se aproveitavam de tudo.Sempre saímos pra aula e nunca percebíamos nada ,um dia não teve aula e voltamos mais cedo.Ele usavam nossas toalhas,sabonetes e comiam os nossos biscoitos ,etc,etc.Por último tinha o meu amigo Boff lá de Maquiné,estudava no colégio Ernesto Dorneles.Tinha alguns disco dos famosos da época:Creedence,Beatles,etc.Muitas vezes submetia-se a uma jejum para sobrar “cache” e comprar um disco novo.
A mulher do “Gavião” entrou em férias de verão e foram pra praia e nós ali,como iríamos fazer as nossas refeições ? Nós dissemos que era moleza e resolvemos nos aventurar pelo mundo da culinária.Observamos que ela usava óleo para fritar o arroz,antes de colocar a água.Um pequeno detalhe:não sabíamos a quantidade.devíamos fazer essa comida no final de semana,pois durante a semana comíamos no RU da UFRGS Bem ,compramos uma lata de óleo,ovos e arroz e resolvemos fazer o nosso primeiro prato.Pegamos a panela ,colocamos meia lata de óleo para uma xícara de arroz,como fossemos fritar os ovos,pois não tínhamos idéia da quantidade.E o arroz imerso no óleo e aquele óleo não secava...Derramamos uma parte do óleo fora e colocamos água.Mein Gott !Que coisa horrível! Mas como dizem:o melhor tempero é a fome.Nos refestelamos ...Qualquer jornada ,sempre começa com um primeiro passo.E aquele foi o nosso primeiríssimo...Passamos o observar que nos pacotes de arroz que tinha a receita de como preparar :1 colher de óleo, para uma de arroz e duas xícaras de água.O resto foi fácil,não tão fácil como apregoa nem tão difícil com insinuam... Hoje, tão distante daquela primeira experiência,mantemos acesa a a eterna chama da curiosidade em ser um eterno aprendiz.Desde a programação em clipper,como mero teste, vamos de desafio em desafio ultrapassando os limites dos que dizem que tal questão se restringe aos técnicos,aos iniciados,a esse ou aquele.Uma vez que entendemos as nuances das sombras das incógnitas e vemos o que tem por trás,nem que seja por meras frestas, nos damos por satisfeitos.Entendemos todas as questões como aprendiz ....Não nos esforçamos para fazer pratos maravilhosos ou descobrir os não criados.Ficamos felizes em saber que não existe nada que seja intransponível.E se a nossa jornada implica ,que iremos num fusca enquanto os “mestres” vão de ferrari,pode ser que demoremos mais a chegar,mas quando chegarmos ao destino a porta ainda estará aberta... Passamos a nos sentir como aquela pedra na mão do artífice. Que encontrou lugar na construção da vida,da sua própria vida.E sendo assim jamais terá ido inútil . JATeixeira

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Mensalão e o PT

Habere quaestui rempublicam non modo turpe est, sed sceleratum etiam et nefarium. [Cícero] Servir-se da república para enriquecer não é só torpe, mas também criminoso e abominável.
Quando toda essa corja estiver preterida , toda essa maldade estiver sepultada,no muro das recordações maléficas faremos gravar em pedra ,para que não mais se repita tamanho equivoco.
Dante,há muitos séculos passados previu ,antevendo as ações do PT ou sobre aqueles que se esconde nessa sigla ,infelicitando todos aqueles que não comungam de tais ideais.Que corrompem o que tocam,como numa ação inversa a Mídas,tudo que eles tocam, fenecem.São partidos corruptos e prostituídos que tudo fazem para permanecer no poder: Haec est vipera versa in viscera genetricis, haec est languida pecus gregem domini sui sua contagione commaculans. [Dante]O PT É como uma víbora voltada para as entranhas de sua mãe-nação;O PT é um animal doente que está contaminando com sua doença tudo o que toca.