domingo, 4 de agosto de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
A Garota Surda e o Violino
É preciso olhar para dentro
de si mesmo ,para compreender o universo,pois “o que está dentro é o que está
fora” ,diz Hermes Trismegistus .
Portanto se pudermos
compreender o explorar o que está dentro de nós, certamente será mais
compreensível as nossos próprios sentidos,
que está fora.
Um comercial de shampoo tailandês mostra de forma comovente uma menina
surda e sua busca no aprendizado do violino.Apesar de todo contratempo.desestímulo,humilhação
,ela não desiste e auxiliada por um mendigo que toca violino nas ruas,também
surdo, que lhe ensina com procurar o caminho que não está fora,senão dentro de
nós mesmos e ela se apresenta Canon em Ré Maior” de Johann Pachelbel, em um concurso e acaba
sendo aplaudida de pé pela platéia e pelo o júri, em uma apresentação brilhante de violino,em
uma mensagem belíssima de fé,coragem e
determinação.
JATeixeira
Harmonia e Emoção Musical
Para suscitar
tensão,alivio ,alegria ou tristeza um acorde de três notas basta.
Por que somos tão sensíveis
a harmonia musical? A analise de diferentes fatores de emoção identificados dentro de um
acorde sugere uma explicação...biológica
É interessante
para mostrar a universalidade da emoção musical, apesar das diferenças
culturais,assim o resultado produzido
pela passagem de 2 notas(gregorianas)para 3 da (renascença)e o papel dos
harmônicos dissonantes,onde a explicação etológica(compotamental) parece um pouco questionável ou duvidosa. Por que certos
acordes apresentam uma ressonância estável-resoluta- e eles procuram um
sentimento de completude musical -um fim- enquanto que outros nos deixam em
suspenso,a espera de uma resolução através de um acorde estável?
No entanto,uma
tríade não se resume a sua dissonância ou a sua consonância;certos acordes consoantes
não são menos percebidos como não são resolvidos.É por isso nós desenvolvemos
um modelo acústico da percepção da harmonia em termos de posição relativo as três
notas.Em particular,nós identificamos duas qualidades -que nomeamos de tensão e
valência-que juntas,explica a percepção da "estabilidade" e em que os
acordes maiores diferem dos acordes menores sobre o plano acústico.A partir deste modelo,
nós emitiremos as hipóteses sobre as razões para suas diferentes conotações
emocionais Os pequenos intervalos(aproximadamente um meio-ton)são os mais
dissonantes,enquanto que os pequenos intervalos(1/10 de semi-ton)ou os
intervalos maiores(superiores três semi-tons)são mais consoantes ( estáveis)
Os acordes maiores e menores são geralmente
descritos como estável, firme e resolutos;os outros acordes de três notas,
mesmo aqueles que não contêm um intervalo de um ou dois semitons (intervalos
que fornecem a maior dissonância) são entendidos como tensão não resolutas ou
tensa.Um estudo publicado em 1986 por Linda Roberts, do Laboratorio BELL, mostrou que essas
percepções podem ser encontradas tanto entre os músicos ,como entre os não-músicos.
Em 1957, o
psicólogo americano Leonard Meyer sugeriu que a tensão emerge de certos acordes
quando os dois intervalos são iguais: quando um acorde ou a uma curta melodia de
três notas contém os intervalos
do mesmo tamanho (em semitons) o acento tonal torna-se ambíguo e a música
assume um caráter não resoluto . Em outras termos, o ouvinte percebe uma tensão
porque as notas estão uniformemente espaçados, a tonalidade da montagem não é clara.
Assim, a
"instabilidade" harmônica total das tríades é uma consequência de
dois fatores acústicos independentes:a dissonância do intervalo e da tensão da
tríade.
Ora, a partir de
uma tríade onde os dois intervalos são iguais (tríade, que vimos, cria uma
tensão), existem apenas duas formas de reduzir a tensão: ou se faz o
intervalo inferior maior do que o
intervalo superior , caso em que os acordes resulta em uma tríade maior,que se
torna menor,isto corresponde a um acorde menor
Assim, não somente a tensão, mas a direção do movimento, que
reduz esta tensão,interfere na nossa percepção de harmonia.
Agora que temos um
modelo de como um ouvinte identifica o modo maior ou menor de um acorde,
podemos dar mais um passo e especular sobre as razões para a acústica valência
também contém uma valência emocional. Propomos que o simbolismo emocional dos
acordes maiores e menores tem uma base biológica. Em todo o reino animal,
vocalizações descendentes são utilizados
para indicar a força social, a agressividade ou domínio. Da mesma
forma, as vocalizações ascendentes
denotam fragilidade social, a derrota ou a submissão.
Um código de frequência
similar, embora atenuada existe nas entonações da palavra humana: a inflexão crescente denota, em
geral, a interrogação, a polidez ou a deferência, enquanto uma inflexão
descendente assinala as ordens as afirmações
ou o domínio.
Norman D. Cook et Takefumi Hayashi
Norman D. Cook pesquisador
e psicologia cognitiva e professor d e
informática na Universidade Kansai
d'Osaka,- Japão.
Traduzido do francês(JATeixeira)
daqui:http://jeanzin.fr/
terça-feira, 23 de julho de 2013
Com delicadeza
Pode
chegar com delicadeza,
Pode
invadir mais este sonho.
Faça-me
sentir saudades,
mas
não sofra tanto com elas.
Acredite
nas verdades que digo
e
também nas mentiras, (elas serão raras)
Respeite
meu choro,
esteja
comigo quando eu chorar...
e
não me deixe mais sozinha
quando
eu precisar sonhar.
Volte
sempre,
sempre
que eu chamar
Seja
mais forte do que eu
e
não seja escravo da vida,
do
trabalho,
nem
escravo meu...
Escolha
um papel para você na minha vida
invente
muitas histórias,
mas
não me conte seus segredos...
Não
fume, não beba, não chore,
e
um dia,
um
dia qualquer,
rapte-me
e
tente me amar!
Claude
Bloc Boris
Musica de Ontem e de Sempre
Estávamos assistindo Catalin Rotaru, junto a um quarteto de cordas composta por três violinos e um violoncello e ele no baixo-solo interpreta magistralmente La Sonnambula, obra de Vincenzo Bellini 1831, que ainda desperta febrilmente admiradores, diante de uma verdadeiramente belíssima apresentação.
Enquanto ouvíamos, pensávamos assim: hoje o que vemos ou ouvimos,salvo honrosas e duráveis exceções, é a degradação da música e da harmonia musical universal em batuques, sons onde o compasso é uma repetição ensurdecedora, dos primórdios do universo onde ainda desconheciam as notas musicais,a musicalidade da harmonia e dos sons da música. Hoje, o que vemos e ouvimos é o lixo cotidiano que a mídia nos empurra “goela abaixo”,emburrecendo a população de uma maneira instrumentada por aqueles que querem que a massa emperre a roda da evolução e assim esses que ditam essas metas glamourizadas, por uma mídia patética,procuram manter a todos,tanto produção com a audição em um patamar inferior,e essa mediocridade é a escolhida,é a premiada.E' ela que somos obrigados a ouvir na grande mídia.Felizmente nós podemos escolher:desligar essa catastófica produção ou ouvirmos obras antigas,que estão sendo re-apresentadas,re-estilizadas.Ainda bem,que ainda resta um pouco de bom senso contrariando nesses pesquisadores musicais com boa formação e erudição,para nos permitir ouvir a apreciar uma boa música.
JATeixeiraDiálogo das impossibilidades
Se alguém for idêntico a si mesmo,não será uno consigo mesmo
e assim pois,sendo único, não será uno . Mas,certamente isso é impossível.Então
é também impossível para alguém ou ser diferente de outro ou ser idêntico a si
mesmo. (Platão, Parmenide 139e1-4)
segunda-feira, 15 de julho de 2013
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