BRASÍLIA - As autoridades brasileiras começam a decidir
nesta segunda-feira a estratégia para tentar trazer de volta ao país o
ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12
anos e sete meses de prisão no processo do mensalão. Ele deixou o país
clandestinamente, há cerca de 45 dias, e se refugiou na Itália. O primeiro
passo será passar um pente-fino nos tratados internacionais de extradição.
Condannato per corruzione in Brasile
si rifugia in Italia per evitare l’estradizione
L’ex direttore marketing del Banco do Brasil spera di evitare l’estradizione grazie al doppio passaporto
http://www.corriere.it/esteri/13_novembre_16/condannato-corruzione-brasile-si-rifugia-italia-evitare-l-estradizione-e4125410-4ed5-11e3-80a5-bffb044a7c4e.shtml
Segundo técnicos do Ministério da Justiça, o tratado entre
Brasil e Itália permite que um país negue um pedido de extradição, caso o alvo
seja uma pessoa com cidadania local, que é justamente o caso de Pizzolato.
Torna-se oportuno a Itália retaliar e propor a troca de
Pizzolato ,que é peixe pequeno nesse aquário de corrupção ,pelo maledetto assassino
e terrorista italiano Cesare
Battisti foragido
da justiça italiana,e abrigado sobre a grande capa da corruPTção das
terras tupiniquins.
Mas,de fato deveríamos propor Cacciola e Pizzolato por Battisti ou melhor ainda restituam apenas o que amealharam, devolvendo aos cofres públicos,podendo ficar com eles por lá.Afinal as prisões italianas albergam melhor os seus "oriundi"
JAT





