quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Gloria Alvarez e o Populismo




Quando tomamos conhecimento de declarações lúcidas e corajosas passamos a ter um novo alento,principalmente se o mentor é  jovem,no damos conta que nem tudo está corrompido,alienado ou perdido.A luz ainda não está completamente perdida,por baixo das cinzas ainda tem fogo.é preciso que revigoremos essa chama.E num  mundo tão carente de lideres quando surge uma pequena chama,por menor que seja  ela representa a esperança ,e é preciso que seja cultivada e que possa inflamar as muitas outras que estão adormecidas .  As  declarações abaixo são de Gloria Alvarez do Movimento Cívico da Guatemala- e atingiram repercussão mundial ao expor a maneira corajosa e consciente a maneira de  como o populismo age no domínio dos povos
E como ela diz :Pouco importa se o Populismo é de direita ou esquerda, os métodos e objetivos finais são os mesmos.
O texto que ela apresentou no Forum Político em Zaragoza Espanha
Ela cita Florentino Portero(analista politico) dizendo que “o populismo é o atalho pelo qual jogamos com as paixões,ilusões  e ideais do povo para prometer o que é impossível,aproveitando a miséria das pessoas deixando de fora,absolutamente, toda a razão e a lógica na tomada de decisões.Joga com a necessidade para simplesmente impor uma ditadura.”
E acredita que um mecanismo para combater esse modelo cruel  é a tecnologia ,as redes sociais,o conhecimento,a educação

O populismo ama tanto aos pobres que os multiplica!


 Ela diz:
"Existem três direitos fundamentais:a vida, a liberdade e a propriedade privada. Estes três direitos sem dúvida existem para  cada um de nós,mas o direito a saúde,vestimenta e outros exigidos pelas povos dos nossos países e que não são atendidos? O  problema destas necessidades é onde os governos  falham.

Se vão  gerar NOVOS direitos devem  saber com que irão pagar,por esses . A definição de populismo é um atalho pelo qual jogam com as paixões, ilusões e ideais dessa gente para prometer o que é impossível,aproveitando-se das necessidades desses e deixando a lógica e a razão na tomada de decisão, onde finalmente se joga com a necessidade das pessoas para impor uma ditadura.

Os gregos analisaram três modelos:

Monarquia forma de governo que pode degenerar em ditadura.

Aristocracia forma de governo que pode degenerar para Oligarquia, algo que é bem conhecido na América Latina.

Democracia ,forma de governo onde todos governam e fatalmente se degenera em uma  demagogia ,que é algo que também conhecemos.



Quando os gregos analisaram estas três formas de governo,eles compreenderam que a REPÚBLICA era a melhor caminho(SENÃO O ÚNICO), porque a república propiciava estas três institucionalidades.O Monarca na forma de Presidente, a Aristocracia na forma de um Parlamento, e a Democracia como o veículo e  via de comunicação.

E é por isso que a república anula os vícios individuais de cada sistema de governo para se agrupar nos três e formar a institucional idade que o populismo hoje  está destruindo.”

Nesse link abaixo, pode ser visto Florentino Portero no mesmo Fórum :


https://www.youtube.com/watch?v=ZJAFdfa0wvA


"Les Feuilles Mortes' (Autumn Leaves)



 

Les Feuilles mortes

Oh, je voudrais tant que tu te souviennes,
Des jours heureux quand nous étions amis,
Dans ce temps là, la vie était plus belle,
Et le soleil plus brûlant qu'aujourd'hui.

Les feuilles mortes se ramassent à la pelle,
Tu vois je n'ai pas oublié.
Les feuilles mortes se ramassent à la pelle,
Les souvenirs et les regrets aussi,

Et le vent du nord les emporte,
Dans la nuit froide de l'oubli.
Tu vois, je n'ai pas oublié,
La chanson que tu me chantais...

C'est une chanson, qui nous ressemble,
Toi qui m'aimais, moi qui t'aimais.
Nous vivions, tous les deux ensemble,
Toi qui m'aimais, moi qui t'aimais.
Et la vie sépare ceux qui s'aiment,
Tout doucement, sans faire de bruit.
Et la mer efface sur le sable,
Les pas des amants désunis.

Nous vivions, tous les deux ensemble,
Toi qui m'aimais, moi qui t'aimais.
Et la vie sépare ceux qui s'aiment,
Tout doucement, sans faire de bruit.
Et la mer efface sur le sable
Les pas des amants désunis..

Jacques PREVERT


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Chansons L'Automne







Hey quand les peines reviennent
De nos amours anciennes
Je connais bien la saison
Oui c'est vrai que l'on prend tous des beignes
On pleure, on rit, on saigne
On la connaît la chanson

Posé sur le bord de la berge comme
Une barque en bois qui se noie
Je me rappelle qu'elle me faisait du bien
Alors ce soir le monde pourra m'attendre car
Je resterai certainement là
Simplement je me souviens

Comme elle contemplait la lune
En me disant tout bas
Je me sens toute étourdie
De te voir le cœur dans la brume
Et plus vraiment là
Quand le ciel s'assombrit

Quand vient la saison de l'automne
Tout me rappelle que je l'aime encore
Alors je laisse mon amour à l'automne
Et dans ses dentelles tout mes remords

L'été j'imagine ma belle plongée
Dans une robe en soie
Faisant autour d'elle bien d'autres dégâts

C'est vrai qu'elle n'allait pas rester là à m'attendre mais
Quand l'été sans va
Tu sais moi je me souviens ouais

Comme je contemplais la lune
En lui disant tout bas
Moi je n'ai qu'une envie
Revenir voir si ta lagune est encore là
Ou si tout est fini

Quand vient la saison de l'automne
Tout me rappelle que je l'aime encore
Alors je laisse mon amour à l'automne
Et dans ses dentelles tout mes remords

Et je laisse déborder les fontaines
Pour ne plus voir que je l'aime
Et on pleure, on rit, on saigne
Sur nos amours, nos amours anciennes

Quand vient la saison de l'automne
Tout me rappelle que je l'aime encore
Alors je laisse mon amour à l'automne
Et dans ses dentelles tout mes remords

Et c'est vrai
On pleure on rit on s'aime
On pleure on rit on saigne
On la connaît bien la chanson


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Balada de Outono




Ballata d'autunno

Mina

Piove, là dietro la finestra
piove, piove
sopra quel tetto rosso e spaccato
sopra quel fieno tagliato
sopra quei campi piove.
Si gonfia di grigio il cielo
e il suolo è già grondante di foglie
si è profumato d'autunno.
Il tempo che si addormenta
mi sembra
un bimbo in braccio al vento
come in un canto d'autunno.
Una ballata d'autunno
un canto triste di malinconia
vien dietro al giorno che va via,
una ballata in autunno
pregata a voce spenta
soffiata come un lamento
che canta il vento.
Piove, là dietro la finestra
piove, piove
sopra quel tetto rosso e spaccato
sopra quel fieno tagliato
sopra quei campi piove.
Io ti racconterei
che sta bruciandosi l'ultimo legno al fuoco e poi
che lamia povertà
è anche di un sorriso ché sono sola ormai
ma io da sola son finita
e ti racconterei
che i giovani son giovani perché non sanno mai
che no, non è la vita
la bella cosa che, che loro gira in mente
io questo lo so.
Magari si potesse del domani e del passato
dire quello che ho sognato.
Ma il tempo passa e ti canta, pian piano
con voce sempre più stanca
una ballata d'autunno.
Piove, là dietro la finestra
piove, piove
sopra quel tetto rosso e spaccato
sopra quel fieno tagliato
sopra quei campi piove.


"Exile"




"Exile" 
by ENYA
Cold as the northern winds
In December mornings,
Cold is the cry that rings
From this far distant shore.
Winter has come too late
Too close beside me.
How can I chase away
All these fears deep inside?
[Chorus:]
I'll wait the signs to come.
I'll find a way
I will wait the time to come.
I'll find a way home.
My light shall be the moon
And my path - the ocean.
My guide the morning star
As I sail home to you.
[Chorus]
Who then can warm my soul?
Who can quell my passion?
Out of these dreams - a boat
I will sail home to you.

De sterrennacht Van Gogh


 



De sterrennacht Noite estrelada


Noite estrelada
Vincent Van Gogh
Tela  73×92 cm Pintada em  1889
Encontra-se atualmente no museu de Arte moderna de  New York

“A arte da pintura é como um grande fogo na própria alma  onde  ninguém vem nunca  se aquecer e os que passam não vêem um pouco de fumaça,no alto,fora do chaminé ,eles seguem o seu próprio caminho...”Van Gogh

Noite Estrelada está entre as obras mais conhecidas e difundidas de Vincent Van Gogh.Essa tela  foi pintada quando da sua permanência no hospital de Saint-Rémy, na França.
Ali ele permaneceu acordado por três noites seguidas, observando os campos, que via da sua janela,Mais tarde ele pintou de memória essa tela,onde  expõe Vênus em toda a sua plenitude ,da maneira mais tocante,que aparece ao amanhecer,como uma estrela brilhante e maior do que as outras.
A pintura não reflete todavia uma reprodução fiel da Saint-Rémy vista da janela do quarto,e sim uma imagem sugerida pela sua própria percepção, onde aparece o pacato vilarejo das suas lembranças da Holanda.
Os ciprestes parece fazer uma ligação entre o céu e a terra  retratando  uma dualidade onde a terra se apresenta como calma e tranquila na escuridão da noite, enquanto o céu revela-se pleno e das luzes cintilantes das estrelas.

Diz Van Gogh: “…olho o céu,ele me faz sempre sonhar... Por que,me pergunto,os pontos cintilantes não são acessíveis como os pontinhos negros sobre o mapa da França?
Assim como usamos o trem para ir a Tarascon ou Rouen ,assim usamos a morte para alcançar  uma estrela”

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Desrespeito aos Símbolos Nacionais





"A democracia  tem sido o meio usado pelos comunistas  para instilar  o seu veneno nas nações alienadas,corrompidas e divididas, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência." -
 



A apresentação desrespeitos e de dança em versão funk do Hino Nacional, feita por alunos de uma escola pública da Paraíba, representa uma agressão aos símbolos nacionais e de acordo com a constituição em vigor (ou será que está revogada e adotamos a bolivariana?)prevê-se :
Art 35. Incluem-se entre os crimes de que trata o art. 3º do decreto-lei nº 431, de 18 de maio, de 1938, e serão punidos com a pena de seis meses a um ano de prisão

O vídeo gravado Exibe:

A 10ª Amostra  Cultura, Científica e Tecnológica (ACCTEC) da Escola Estadual Senador Humberto Lucena,em Cacimba de Dentro, no Curimataú paraibano.


CAPÍTULO IV
DAS PROIBIÇÕES

        Art 23. E’ vedado o uso da Bandeira Nacional, das Armas Nacionais, do Selo Nacional, assim como a execução vocal ou instrumental do Hino Nacional, sempre que não se revestirem da forma, ou não se apresentarem do modo prescrito no presente decreto-lei.

        Art 24. E’ igualmente proibido que se apresente ou se trate com desrespeito qualquer dos símbolos nacionais.

        Art 25. E’ ainda proibido o uso da Bandeira Nacional:

        a) sempre que o exemplar não estiver em bom estado de conservação;

        b) como ornamento ou roupagem, nas casas de diversões, ou em qualquer ato que não se revista de carater oficial;

        c) como reposteiro ou pano de boca, guarnição de mesa ou revestimento de tribuna, cobertura de placas, retratos, painéis ou monumentos a serem inaugurados;

        d) por qualquer pessoa natural ou entidade coletiva para a prestação de honras de carater particular.

        Art 26. E’ vedada a execução de quaisquer arranjos vocais do Hino Nacional, a não ser o de Alberto Nepomuceno, na conformidade do anexo nº 7; igualmente não será permitida a execução de arranjos artísticos instrumentais do Hino Nacional que não sejam autorizados pelo Ministério da Educação e Saude, ouvida a Escola Nacional de Música.
CAPÍTULO VII
DAS PENALIDADES
        Art 35. Incluem-se entre os crimes de que trata o art. 3º do decreto-lei nº 431, de 18 de maio, de 1938, e serão punidos com a pena de seis meses a um ano de prisão, os seguintes;
        I. Praticar, em lugar público, ato que se traduza em menosprezo, vilipêndio ou ultraje a qualquer dos símbolos nacionais.
        II. Despertar, ou tentar despertar, por palavras ou por escrito, contra qualquer dos símbolos nacionais, a repulsa ou o desprezo público.
        Art 36. A violação de qualquer disposição do presente decreto-lei, excluída as casas do artigo anterior, sujeita o infrator a multa de cem mil réis a quinhentos mil réis, elevadas ao dobro nos casos de reincidência.
        Art 37. A autoridade policial, que tomar conhecimento da infração de que trata o artigo anterior, notificará o autor para apresentar defesa no prazo de quarenta e oito horas, findo o qual proferirá a sua decisão, impondo ou não a multa. A autoridade policial, antes de proferida a decisão, poderá determinar a realização, dentro do prazo de dez dias, de diligências esclarecedoras, se o julgar necessário ou se a parte o requerer.
        Parágrafo único. Imposta a multa, e uma vez homologada a sua imposição pelo juiz, que poderá proceder a uma instrução sumária, no prazo de dez dias, far-se-á a respectiva cobrança, ou a conversão em pena de detenção, na forma da lei penal,
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del4545impressao.htm